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PIB da Zona Euro estagna no quarto trimestre com abrandamento de exportações

O crescimento económico da Zona Euro estagnou no quarto trimestre de 2004 com o abrandamento nas exportações a impedir que os consumidores gastassem mais. A Comissão Europeia manteve a estimativa de cerca de 0,4% de crescimento para a região no primeiro t

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 02 de Março de 2005 às 10:58

O crescimento económico da Zona Euro estagnou no quarto trimestre de 2004 com o abrandamento nas exportações a impedir que os consumidores gastassem mais. A Comissão Europeia manteve a estimativa de cerca de 0,4% de crescimento para a região no primeiro trimestre, mas aumentou de 0,4% para 0,5% as previsões de expansão para o segundo trimestre de 2005.

O Produto Interno Bruto (PIB) da região expandiu-se 0,2%, no quarto trimestre face aos três meses anteriores, anunciou hoje o Instituto de Estatísticas Europeias (Eurostat). O crescimento do terceiro trimestre foi revisto em baixa de 0,3% para 0,2%. Os dados relativamente ao quarto trimestre ficaram em linha com as estimativas de dia 15 de Fevereiro.

O crescimento das exportações abrandou para menos de metade do ritmo dos anteriores três meses uma vez que o preço do petróleo atingiu o valor recorde em Outubro e a valorização do euro face ao dólar tornou os bens europeus mais caros fora da Europa. O aumento dos gastos de consumo em França e em Espanha falhou em compensar a contracção verificada quer na Alemanha quer na Itália, que perfazem mais de metade da Zona Euro.

As exportações aumentaram 0,5%, contra 1,3% de crescimento verificado no trimestre anterior. Os gastos de consumo avançaram 0,5%, acima dos 0,1% verificados no período de Junho a Setembro. O investimento dos empresários aumentou 1% depois de uma expansão de 0,2% no terceiro trimestre. Estes dados são ajustados à inflação e não são anuais.

A Comissão Europeia manteve as suas estimativas divulgadas dia 15 de Fevereiro que apontam para um crescimento de 0,4% no primeiro trimestre deste ano. Para o segundo, a mesma entidade aumentou a estimativa de expansão para cerca de 0,5% contra os 0,4% anteriormente estimados.

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