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Pires de Lima: "Nada é definitivo" até o OE ser aprovado pelo Parlamento

Presidente executivo da Unicer e dirigente do CDS-PP reconhece a pressão a que o Governo está sujeito na quinta avaliação da troika, mas recorda que foi dado a Portugal um mês . Temos que pensar se não há ajustamento a fazer a este programa, defendeu.

Isabel Aveiro ia@negocios.pt 18 de Setembro de 2012 às 14:53
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O gestor, referindo-se às mais recentes medidas de austeridade apresentadas pelo Governo, relembrou “nada do que foi assinado é definitivo até estar plasmado num Orçamento dos Estado que ‘by the way’, tem que ser aprovado pela Assembleia da República”, recordou.

“A troika deu-nos mais um mês”, tempo que Pires de Lima acha que devia se utilizado para a renegociação de algumas medidas. Em declarações proferidas esta terça-feira, durante uma conferência em Lisboa, o gestor e presidente da mesa do conselho nacional do CDS-PP – partido que forma a coligação governamental em vigor em Portugal -, defendeu que esse tempo seja aproveitado para pensar em “respostas a problemas estruturais do País” e não num “programa de curto prazo”, elaborado “sob pressão” da quinta avaliação da União Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu.

Afirmando não ser “anti-troika”, Pires de Lima acrescentou: “pode-se perceber que a quinta avaliação da troika tenha introduzido um elemento de pressão” sobre o Governo. Nomeadamente, resultando essa condicionante num “programa de curto prazo, mais orientado para dar respostas à pressão”, o que pode ser um “drama”, e “não a dar resposta a problemas estruturais do País”. “Temos que pensar se não há ajustamentos a fazer a este programa de ajustamento”, concluiu.

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