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PM chinês garante à chanceler alemã maior abertura do mercado

A China vai alargar a abertura do seu mercado, garantindo o mesmo tratamento às empresas estrangeiras e joint-ventures que é dado às congéneres chinesas, disse o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, durante a visita da chanceler Angela Merkel ao país.

Conferência de imprensa em Berlim do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, com a chanceler alemã Angela Merkel.
Bloomberg
Lusa 31 de Outubro de 2015 às 15:00
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Li falava à margem de um encontro entre o Comité Económico Consultivo Sino-alemão, que decorreu na sua terra natal, He Fei, capital da província de Anhui, noticiou a imprensa estatal chinesa.

"A China continua entre os destinos de investimento mais atractivos do mundo, e as perspectivas que empresas estrangeiras, incluindo alemãs, cooperem com o país, é promissor", afirmou.

O primeiro-ministro chinês referiu ainda a importância das empresas dos dois países cooperarem com a China em terceiros mercados, sublinhando a capacidade de produção como um ponto comum entre as duas economias.

A chanceler alemã terminou na sexta-feira, 30 de Outubro, uma visita de dois dias à China, e nos dias 2 e 3 de Novembro será a vez do presidente de França, François Hollande, se deslocar a Pequim.

A Alemanha é o segundo maior destino do investimento chinês na Europa, superada apenas pelo Reino Unido. A França aparece em terceiro, enquanto Portugal disputa o quarto lugar com a Itália.

Este mês, China e Reino Unido firmaram acordos no valor de 40 mil milhões de libras (55,5 mil milhões de euros), durante a primeira visita de Estado do presidente Xi Jinping a Londres.

No início desta semana, um jornal do Partido Comunista Chinês (PCC) defendeu que "a China devia procurar uma interacção mais benéfica com a Europa", argumentando que os laços com o continente europeu podem "contrabalançar as restrições impostas pela aliança EUA-Japão".

"Ainda que os europeus sejam mais conservadores do que os norte-americanos, as relações sino-europeias testemunharam um grande desenvolvimento", lê-se no Global Times, jornal de língua inglesa do grupo do Diário do Povo, o órgão central do PCC.

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