União Europeia Portugal foi o terceiro país com a maior queda nas vendas a retalho na Europa

Portugal foi o terceiro país com a maior queda nas vendas a retalho na Europa

Em Março de 2013, o volume de vendas a retalho caiu 2,7% na Zona Euro e 1,6% na Europa a 27, quando comparado com igual período do ano passado, de acordo com o Eurostat. Portugal foi o terceiro país com a queda mais pronunciada entre 21 estados-membro que já reportaram os seus dados.
Portugal foi o terceiro país com a maior queda nas vendas a retalho na Europa
Jorge Garcia 06 de maio de 2013 às 10:53

O índice de vendas a retalho em Março registou uma queda face ao mês passado, de 0,1% na Zona Euro e de 0,2% na Europa a 27. Em Fevereiro, a queda tinha sido de 0,2% na Zona Euro, mas a Europa a 27 tinha registado uma subida de 0,1%.

 

Em comparação com o período homólogo, Março registou uma queda de 2,4% na Zona Euro e de 1,6% na Europa a 27, acentuando a tendência de queda que se te, verificado nos últimos meses.

 

No sector “alimentação, bebidas e tabaco”, Março de 2013 registou uma subida de 0,8% na Zona Euro e de 1% na Europa a 27, em comparação com o mês passado. O sector “não alimentar” registou uma queda de 0,5% na Zona Euro e de 0,6% na Europa a 27.

 

Entre os Estados-Membros em que a informação está disponível, o volume das vendas a retalho caiu em nove, aumentou em 11 e manteve-se estável na Áustria. As maiores quedas registaram-se em Portugal (-3,0%), na Eslovénia (-2,6%), e na Irlanda (-1,9%). As maiores subidas registaram-se na Estónia (+2,7%), na Letónia (+2,1%), e na Finlândia (+1,3%).

 

Face ao período homólogo, Março de 2013 registou uma queda no sector “alimentação, bebidas e tabaco” de 1,2% na Zona Euro e de 0,6% na Europa a 27. O sector “não alimentar” registou uma queda de 3,3% na Zona Euro e de 2% na Europa a 27.

 

Entre os Estados-Membros em que a informação está disponível, o volume das vendas a retalho caiu em 14, e aumentou em sete. As maiores quedas registaram-se em Espanha (-10,5%), na Eslovénia (-7,7%), e em Portugal (-5,9%). As maiores subidas registaram-se na Letónia (+8,8%), na Lituânia (+4,5%), e na Suécia (+3%).




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