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Presidente do Parlamento Europeu solidário com os “grandes sacrifícios de todos os portugueses”

Martin Schulz diz que não inveja o cargo do primeiro-ministro de Portugal.

Presidente do Parlamento Europeu diz que o futuro de Portugal é "o declínio"
Negócios 11 de Janeiro de 2013 às 14:51

Numa intervenção em que começou por falar em português - “obrigado senhor primeiro- ministro” – o Presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, justificou a visita a Portugal para mostrar a solidariedade que tem com o País, que “está a atravessar uma situação deveras difícil”.

 

Na conferência de impressa após o encontro Passos Coelho, Schulz dirigiu-se ao primeiro-ministro português para afirmar que não invejava o cargo que este tinha. “Nem ninguém, só talvez o líder da oposição”, gracejou. “É um cargo muito difícil. Estou cá para lhe mostrar a minha solidariedade”, acrescentou, elogiando todos os políticos portugueses.

 

Considerando que “Portugal está no bom caminho, através dos grandes sacrifícios de todos os portugueses”, Schulz afirmou que também os seus colegas europeus “estão muito impressionados com as reformas e a vontade reformista deste País”.

Destacou o facto de o Governo português, ao contrário do que acontece noutros países com outros executivos, não se esconder atras do FMI e da troika nas decisões difíceis que tem de tomar.

 

Assumindo ter “opiniões diferentes” das de Passos Coelho, Schulz elogiou a transparência democrática do Governo. Aproveitou ainda para apoiar a declaração de Juncker proferida ontem, considerando que cada país vede ter uma abordagem específica. “Devemos analisar a situação de cada país e analisar os progressos”, afirmou o presidente do Parlamento Europeu, ressalvando que tal posição vale para Portugal e também para a Irlanda.

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