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Primeiro-ministro italiano defende fim do embargo de armas europeu à China

 O primeiro-ministro italiano Romano Prodi apoiou hoje em Pequim o levantamento "tão rápido quanto possível" do embargo da venda de armas à China imposto em 1989 pela União Europeia (UE).

Negócios com Lusa 18 de Setembro de 2006 às 09:22
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O primeiro-ministro italiano Romano Prodi apoiou hoje em Pequim o levantamento "tão rápido quanto possível" do embargo da venda de armas à China imposto em 1989 pela União Europeia (UE).

"A Itália é igualmente partidária do levantamento do embargo de armas à China. A questão deveria ser resolvida o mais rapidamente possível, porque não pode esperar", disse Romano Prodi, ex-presidente da Comissão Europeia, em conferência de imprensa após um encontro com o seu homólogo chinês Wen Jiabao.

A questão do embargo europeu da venda de armas à China, imposto pela UE há 17 anos no seguimento da sangrenta repressão pelo exército chinês das manifestações pró-democracia na Praça de Tiananmen, ensombra as relações entre a China e a união.

Pequim considera o embargo "discriminatório" e "uma relíquia da Guerra Fria", mas o seu fim depende de uma decisão unânime dos 25 estados-membros da UE, que se encontram-se divididos, com França a liderar o grupo dos países que defendem o levantamento do embargo.

Prodi, que se encontrou com Wen Jiabao no âmbito de uma visita oficial de seis dias que realiza à China, disse ainda, durante uma cerimónia de boas vindas no Grande Palácio do Povo, que Roma "atribui à China um lugar de destaque" em termos de política externa.

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