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Proveitos da hotelaria crescem 9,3% em Maio para os 161,5 milhões de euros

Os proveitos totais nos estabelecimentos hoteleiros ascenderam em Maio a 161,5 milhões de euros, o que representa um aumento de 9,3% para face ao mesmo mês de 2005, afirma o Instituto Nacional de Estatística (INE), que revelou ainda que as receitas dos ap

Paulo Moutinho 11 de Julho de 2006 às 12:52
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Os proveitos totais nos estabelecimentos hoteleiros ascenderam em Maio a 161,5 milhões de euros, o que representa um aumento de 9,3% para face ao mesmo mês de 2005, afirma o Instituto Nacional de Estatística (INE), que revelou ainda que as receitas dos aposentos subiram 6,9% para 105,2 milhões de euros.

Segundo o boletim estatístico sobre a Actividade Turística divulgado pelo INE, desde o início do ano até Maio «os proveitos totais atingiram 568,3 milhões de euros e os de aposento 366,9 milhões de euros, representando acréscimos homólogos de 6,8% e 5,9%, respectivamente».

Os resultados preliminares do mês de Maio revelados pelo INE, constatam que a hotelaria registou 3,4 milhões de dormidas, mais 4,7% do que no mesmo mês do ano anterior, sendo que nos primeiros cinco meses do ano se verificaram 12,9 milhões de dormidas, o que representa uma subida de 6% em termos homólogos.

Os residentes em Portugal contribuíram com quase um milhão de dormidas, evidenciando um crescimento de 2,9% relativamente ao período homólogo do ano anterior.

Os não residentes originaram 2,5 milhões de dormidas, o que se traduziu igualmente num acréscimo de 5,4%.Os não residentes em Portugal revelaram preferência pela região do Algarve (42,5%), de Lisboa (22,6%) e pela Região Autónoma da Madeira (19,1%).

No mês de Maio, os estabelecimentos hoteleiros atingiram uma taxa de ocupação-cama de 42,1%, o que representa um aumento de 1,3 pontos percentuais, face ao mesmo período do ano anterior.

O INE refere ainda que o «Algarve e a Região Autónoma da Madeira apresentaram os valores mais elevados para a estada média (ambos com 5,1 noites), seguindo-se a Região Autónoma dos Açores (3,7) e Lisboa (2,2)».

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