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Proveitos dos estabelecimentos hoteleiros caem 10% nos primeiros oito meses

Os proveitos totais em estabelecimentos hoteleiros os atingiram 1,2 mil milhões de euros e os de aposento 844,1 milhões, correspondendo a variações homólogas negativas próximas dos 10%, entre Janeiro e Agosto deste ano, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 14 de Outubro de 2009 às 11:49
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Os proveitos totais em estabelecimentos hoteleiros os atingiram 1,2 mil milhões de euros e os de aposento 844,1 milhões, correspondendo a variações homólogas negativas próximas dos 10%, entre Janeiro e Agosto deste ano, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Segundo a mesma fonte, no período em análise, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 9 milhões de hóspedes que originaram 25,9 milhões de dormidas, movimento que, em comparação com o mesmo período de 2008, se traduz numa evolução negativa de 3,9% e 6,6% respectivamente.

“Estas variações são contudo menos negativas do que as verificadas em períodos anteriores”, sublinha o INE.

Os residentes apresentaram um crescimento homólogo de 4,2% para as 9,5 milhões de dormidas enquanto as dormidas dos não residentes caíram 12%.

Só em Agosto de 2009, a hotelaria registou 5,4 milhões de dormidas, menos 3,5% do que no mesmo mês de 2008.

“Para este resultado contribui o comportamento dos não residentes (-9,7%), uma vez que os residentes mantêm uma tendência de crescimento (+6,1%)”, sublinha a mesma fonte.

O grupo dos principais mercados emissores foi liderado pela Espanha, com uma quota de 23,7% relativamente ao total de dormidas de não residentes, tendo sido o único a apresentar uma evolução positiva (+1,7% do que em Agosto de 2008).

A distribuição regional do total de dormidas “põe em evidência o resultado fortemente positivo” do Alentejo (+23,5%), semelhante ao dos meses anteriores. O Norte e Lisboa apresentaram igualmente crescimentos homólogos, mas de menor dimensão.

As restantes regiões permanecem com reduções no número de dormidas que, nas Regiões Autónomas, superam os 10%.

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