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PS diz que "questões essenciais" do Orçamento unem partidos à esquerda

O líder parlamentar do PS reconheceu que há "diferenças de intensidades sobre um ou outro aspecto" nas negociações sobre o Orçamento de Estado com os partidos que apoiam o Governo, mas "as questões essenciais" do texto unem os partidos.

carlos césar
Bruno Simão/Negócios
Lusa 05 de Outubro de 2016 às 13:25
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"Esta comemoração do dia da República é simultaneamente um dia de reunião de vontades e de congregação de esperanças. As mensagens aqui trazidas pelo Presidente da República e pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa são fundamentais para este espírito renovado com que vivemos a República nos dias de hoje, com esperança, confiança", sublinhou Carlos César, que falava à margem das cerimónias do 5 de Outubro.

 

Portugal, vincou o socialista, atravessa politicamente "um caminho de estabilidade" que "não deixará de ter continuidade" no Orçamento do Estado para 2017.

 

Reconhecendo "diferenças de intensidades sobre um ou outro aspecto" nas negociações com os partidos que apoiam o Governo, o líder da bancada socialista frisou contudo que "as questões essenciais" do texto não separam os partidos, antes os unem.

 

O reforço dos rendimentos dos portugueses e as condições para o investimento foram dois elementos destacados por Carlos César, que admitiu faltarem ainda "valores em concreto" nalgumas matérias para ser fechado o Orçamento.

 

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu hoje que o exemplo dos que exercem o poder é fundamental para que o povo continue a acreditar na República, sublinhando que "o 5 de Outubro está vivo".

 

"O exemplo dos que exercem o poder é fundamental sempre para que o povo continue a acreditar no 5 de Outubro", afirmou o chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, numa intervenção nas comemorações da Implantação da República, que decorreram na Praça do Município, em Lisboa.

 

Sublinhando que "o 5 de Outubro está vivo", mas só se todos lhe derem vida para que os portugueses se possam rever na República democrática, Marcelo Rebelo de Sousa destacou a necessidade de quem exerce o poder de dar o exemplo de "constante humildade, de proximidade, de frugalidade, de independência, de serviço pelos outros, de todos os outros, mas com natural atenção aos mais pobres, carenciados, excluídos".

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