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PS quer pacto para defender funções sociais do estado

O secretário-geral do PS, António José Seguro, defendeu hoje em Setúbal que o País precisa de um pacto para defender as funções sociais do Estado.

Lusa 08 de Setembro de 2013 às 19:49

"Acho que precisamos de fazer um pacto em Portugal: um pacto para defender as funções sociais do estado, na educação, na saúde e na Segurança Social", disse.

 

O líder socialista, que falava aos jornalistas após um encontro com sindicalistas, funcionários públicos e jovens empresários, no Instituto Português da Juventude de Setúbal, começou por falar da necessidade do estado social, ao mesmo tempo que acusava o Governo de exigir cada vez mais impostos quando se assiste a uma diminuição dos serviços do Estado.

 

"O que é necessário é que os portugueses tenham um estado social, que preste cuidados de saúde, tenha uma escola pública de qualidade e continue a garantir a protecção social e Segurança Social dos portugueses", disse.

 

"O que acontece é que este Governo exige que os portugueses paguem cada vez mais impostos e, em troca, o Estado presta cada vez menos serviços", acrescentou António José Seguro.

 

Segundo o dirigente socialista, o Governo "está a cortar no Serviço Nacional de Saúde, na escola pública, nas pensões, nas reformas e prepara-se para cortar nas pensões de sobrevivência, pensões de 300 euros".

 

"Não temos uma visão imobilista do Estado, o que recusamos é a política dos cortes, porque cortes cegos só trazem mais injustiça, só agravam as desigualdades sociais, só dão cabo da classe média e, sobretudo, criam mais dificuldades aos pensionistas e reformados", disse.

 

Para ajustar o número de funcionários nos serviços onde exista um excesso de trabalhadores, António José seguro defende que, em vez do despedimento, se deveria recorrer a "rescisões amigáveis".

 

"Nos últimos dois anos saíram do estado cerca de 50 mil trabalhadores" frisou o líder do PS.

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