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PSD vê PIB a crescer 2,7% e dívida pública abaixo de 100% no final da legislatura

A aceleração da economia portuguesa assenta na projeção de um crescimento do consumo privado (+1,6% em 2020 para 2,4% em 2023), estagnação do consumo público, aceleração do investimento e das exportações.   

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 02 de Julho de 2019 às 18:41
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O PSD apresentou esta terça-feira o cenário macro-económico que está subjacente ao programa com que se vai apresentar às eleições legislativas e que traça uma trajetória de aceleração do crescimento económico, excedentes orçamentais e baixa da dívida pública.

 

No que diz respeito ao PIB, o PSD projeta um crescimento de 2% no próximo ano e depois aceleração em todos anos até ao fim do horizonte temporal da análise e da próxima legislatura (2023), altura em que oi PIB crescerá 2,7%.

 

Esta aceleração da economia portuguesa assenta na projeção de um crescimento do consumo privado (+1,6% em 2020 para 2,4% em 2023), estagnação do consumo público, aceleração do investimento e das exportações.   

 

Esta evolução da economia, segundo o PSD, terá um impacto positivo no mercado de trabalho, com a criação de emprego em todos os anos da legislatura, o que levará a taxa de desemprego para um mínimo de 5,2% em 2023.

 

No que diz respeito às contas externas, a balança de bens e serviços terá um défice residual, sendo que os excedentes na balança de capital estarão em linha com os défices projetados para balança corrente.

 

Nas contas públicas, o partido de Rui Rio vê Portugal com excedentes em todos os anos, entre 0,4% previstos para 2010 e 1% em 2021, enquanto para a dívida pública traça uma trajetória de descida sustentada, até chegar a valores inferiores a 100% no PIB no final da legislatura.  

  

Se o PSD chegar ao Governo após as eleições, no primeiro ano completo da legislatura a dívida pública estará abaixo de 115% do PIB. Segundo o cenário macro-económico dos social-democratas, o peso do endividamento público na economia baixará mais de 5 pontos percentuais por ano, até chegar a 98,6% em 2023.

 

Uma projeção mais otimista do que a perspetivada pelo Conselho de Finanças Públicas, que tem uma previsão de dívida pública perto de 105% do PIB em 2023.

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