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PSD abstém-se na votação do orçamento rectificativo e BE vota contra

O PSD anunciou que vai abster-se na votação do Orçamento rectificativo que será apresentado amanhã pelo Executivo liderado por José Sócrates, uma decisão que acaba por dar "luz verde" a este orçamento. Já o Bloco de Esquerda vai votar contra a proposta de alteração do orçamento para 2009.

Negócios com Lusa 10 de Dezembro de 2009 às 12:59
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O PSD anunciou que vai abster-se na votação do Orçamento rectificativo que será apresentado amanhã pelo Executivo liderado por José Sócrates, uma decisão que acaba por dar “luz verde” a este orçamento. Já o Bloco de Esquerda vai votar contra a proposta de alteração do orçamento para 2009.

O líder parlamentar do PSD, José Pedro Aguiar Branco, revelou hoje que o partido vai abster-se na votação da proposta Governo de segunda alteração ao Orçamento de Estado para 2009.

O PSD junta-se assim ao CDS/PP que também vai abster-se na votação do Orçamento rectificativo. Ontem, o partido liderado por Paulo Portas revelou que ia abster-se considerando que é o voto que “melhor serve o interesse nacional”.

Com a abstenção destes dois partidos da oposição, o Orçamento Rectificativo deverá assim ser aprovado com os votos favoráveis do PS.

Já o BE, liderado por Francisco Louçã vai votar contra esta orçamento rectificativo. De acordo com a Lusa o partido considera que esta medida demonstra falta de "competência" do Executivo e revela que "havia contas escondidas durante a campanha eleitoral".

Falando aos jornalistas no Parlamento, o líder parlamentar bloquista, José Manuel Pureza, considerou que esta alteração ao Orçamento para 2009 é a confirmação "de um endividamento líquido a aumentar muitíssimo, em valores que são astronómicos" e que não irá servir para o Governo socialista "honrar os seus compromissos ".

"Nada deste endividamento acrescido serve para pagar salários, pensões ou para honrar esse tipo de compromissos com os cidadãos, logo, da nossa parte não pode haver senão um voto crítico e esse voto é um voto negativo", declarou Pureza.

"É um voto contra", vincou.

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