Economia PSD: Subida no ranking da competitividade é "sinal de confiança" no país

PSD: Subida no ranking da competitividade é "sinal de confiança" no país

É "um sinal de confiança" que transmite uma mensagem "muito clara", de continuação da "lógica de reformas e de transformação do modelo económico", diz Abreu Amorim.
Negócios com Lusa 03 de setembro de 2014 às 15:50

O PSD defendeu neste quarta-feira que a subida de Portugal de 15 lugares no ranking da competitividade é "um sinal de confiança" no "percurso de reformas" do Governo por parte dos mercados e observadores internacionais.

 

Segundo o vice-presidente da bancada do PSD, Carlos Abreu Amorim, esta subida é "um sinal de confiança" que transmite uma mensagem "muito clara", de continuação da "lógica de reformas e de transformação do modelo económico".

 

"Temos que corrigir os pontos negativos que ainda hoje subsistem. A última coisa que devemos fazer é anunciar ao país e ao mundo que eventualmente estamos a pensar em recuar naquilo que nos fez inverter essa mesma tendência", declarou.

 

Portugal subiu 15 lugares e ocupa o 36.º lugar no 'ranking' mundial de competitividade de 2014-2015, divulgado hoje pelo Fórum Económico Mundial, recuperando de uma queda que se verificava desde 2005, com excepção de 2011.

 

O 'ranking' mundial de competitividade continua a ser liderado pela Suíça, seguida por Singapura. Estados Unidos, que subiram dois lugares, Finlândia e Alemanha, que desceram uma posição cada um, ocupam o terceiro, o quarto e o quinto lugares da tabela.

 

Portugal surge no 36.º lugar do 'ranking', invertendo uma tendência de queda que se verificava desde 2005, quando o país alcançou o 22.º lugar. O país caiu na tabela durante vários anos, à excepção de 2011, quando subiu uma posição, e no relatório divulgado no ano passado ocupou o 51.º lugar.

 

No caso português, o Fórum destaca que "o ambicioso programa de reformas adoptado pelo país parece começar a dar bons resultados", considerando, no entanto, que Portugal "não deve ser complacente e deve continuar com a implementação completa" dessas reformas, de modo a combater "as preocupações macroeconómicas persistentes".

 

O contexto macroeconómico (a dívida pública portuguesa é a 6.ª pior entre os 144 países analisados), o desenvolvimento do mercado financeiro e a eficiência do mercado de trabalho receberam as pontuações mais baixas.




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