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"A doença da economia portuguesa começou no final da década de 90"

O ministro da Economia sublinhou no Parlamento que "é muito importante desbloquear os constrangimentos à economia nacional" e acabar com a agenda de crescimento baseada em "obras públicas desenfreadas" e em endividamento.

Miguel Prado miguelprado@negocios.pt 18 de Abril de 2012 às 10:01
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O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, defendeu no Parlamento a agenda do actual Governo, afirmando que "a economia portuguesa estava doente" e que "a doença da economia portuguesa começou no final da década de 90, quando começámos a apostar na agenda do crescimento das Obras Públicas desenfreadas e do endividamento".

Na Comissão de Economia e Obras Públicas da Assembleia da República, Álvaro Santos Pereira salientou que a agenda de crescimento do Governo "é muito clara" e reconhece que "é muito importante desbloquear os constrangimentos à economia nacional".

Nesta matéria, o ministro da Economia questionou ainda o trabalho dos outros partidos políticos sobre a agenda do crescimento e do emprego. "Fala-se, fala-se, fala-se e nunca se apresenta alternativas", referiu Álvaro Santos Pereira no Parlamento.

Na sua passagem pela Assembleia da República, o ministro da Economia elencou as várias medidas já anunciadas pelo Executivo no campo económico, destacando o programa Revitalizar, que "estará completamente no terreno até ao final deste mês", a "operação de limpeza do QREN", e a criação de linhas de crédito em parceria com a banca para alavancar vários sectores de actividade.

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