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"Ainda espero que não seja preciso que o FMI volte a Portugal"

Presidente do BPI espera que não seja necessário que Portugal recorra a ajuda externa, mas diz que não é “extraordinário” se tal vier a acontecer.

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“Ainda espero que não seja preciso que o FMI volte a Portugal”, disse Fernando Ulrich, no Hora H do Negócios, assinalando que não esse cenário “como extraordinário”. Para o presidente do BPI, “que a Alemanha, quer os países da Zona Euro preferem que Portugal ultrapasse isto sozinho”.

Ulrich disse ainda que depois da intervenção do FMI em 1983 devia ter havido uma gestão regrada do País. "Pensava que entrando quadro de estabilidade não voltariamos a passar. Espero que não se repita.

Adiantou que a actual crise em Portugal tem “uma componente doméstica e internacional”, sendo que “estamos a passar uma fase muito difícil do processo de construção e afirmação do euro”.

“O que for feito resultará de uma síntese do que acordar a Alemanha e Portugal”, mas Ulrich alertou que “desde há muito tempo que muitas decisões já não estão na nossas mãos”.

O presidente do BPI falou também do que mudou quando Portugal aderiu ao euro.

"O euro é uma união monetária liderada pela Alemanha", diz Fernando Ulrich, presidente do BPI, dizendo que "não percebemos que aderimos ao marco".
De qualquer forma, na Hora H, Ulrich salientou a força alemã. "Não percebemos implicações de fazer parte de uma união monetária liderada opela alemanha. Não percebemos o que significava . Não percebemos que aderimos ao marco".

"A força da Alemanha é cada vez maior, além da dimensão do país, competitividade, disciplina da Alemanha", também "o mercado tem-lhe dado cada vez mais força" ao alargar custos de financiamento da economia parte da zona euro e baixar o da Alemanha.

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