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"Fica agora evidente a enormidade das calúnias e falsidades que foram repetidas sobre mim"

O primeiro-ministro disse que hoje foi a última vez falou sobre o caso Freeport.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 27 de Julho de 2010 às 20:58
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José Sócrates fez hoje uma declaração ao país, sem direito a perguntas por parte dos jornalistas, salientando que seis anos depois de ter iniciado o processo Freeport, o Ministério Público apresentou as conclusões finais e “conclui que não havia razão para acusar quem quer que fosse”, no que diz respeito aos crimes de corrupção, tráfico de influências, branqueamento de capitais e financiamento ilegal de partidos políticos.

O primeiro-ministro começou por salientar que o Ministério Público conclui, com base em perícias urbanísticas, “que não houve irregularidades no licenciamento ambiental do Freeport”, o que “não constituiu qualquer surpresa”, pois o processo “cumpriu todas as regras previstas na lei”.

Ficou “reconhecido, preto no branco, aquilo que eu próprio e o Ministério do Ambiente desde o início sempre afirmámos e que muitos se recusaram a ouvir”.

Quanto ao facto de não existirem acusações de crimes de corrupção, tráfico de influências, branqueamento de capitais e financiamento ilegal de partidos políticos, Sócrates diz que “fica agora evidente a enormidade das calunias e falsidades que foram repetidas sobre mim, com o objectivo de me atacarem pessoalmente”.

“O meu nome e o da minha família foi referido em relação a este caso, de forma injusta e caluniosa”, afirmou, acrescentando que “os portugueses compreenderão muito bem que faça hoje esta declaração”.

Recusando as acusações de que está a aproveitar o caso para se vitimizar, Sócrates afirmou que “depois de tudo o que foi dito (…) espero sinceramente que seja a última vez que me refiro a este caso”.

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