Presidenciais Rajoy: Depois da vitória de Marcelo “entendimento será chave” em Portugal

Rajoy: Depois da vitória de Marcelo “entendimento será chave” em Portugal

O primeiro-ministro espanhol em funções acredita que a eleição de Marcelo Rebelo de Sousa abre uma "nova etapa" em Portugal. Rajoy mostrou ainda confiança que os dois países vão continuar a estreitar relações.
Rajoy: Depois da vitória de Marcelo “entendimento será chave” em Portugal
Juan Medina/Reuters
Rita Faria 25 de janeiro de 2016 às 12:35

O presidente do Governo espanhol em funções, Mariano Rajoy, felicitou esta segunda-feira, 25 de Janeiro, Marcelo Rebelo de Sousa pela vitória nas presidenciais e sublinhou que a eleição do candidato conservador abre "uma nova etapa" em Portugal, na qual o "entendimento será chave".

"Felicito Marcelo Rebelo de Sousa pelo resultado eleitoral. Portugal inicia uma nova etapa em que o entendimento será chave", referiu o primeiro-ministro em funções, numa mensagem do Twitter.


Num telegrama enviado ao presidente português eleito, Rajoy transmitiu as suas "mais sinceras felicitações pela sua clara vitória nas eleições para a Presidência da República portuguesa".


"Estou certo de que sob a sua presidência, Portugal e Espanha continuarão a estreitar os inúmeros laços que unem as nossas duas grandes nações, e a trabalhar em conjunto no projecto comum de integração europeia, a Aliança Atlântica e a Comunidade Ibero-americana de nações", frisou Rajoy, na mensagem a Marcelo citada pelo espanhol Expansión.

Marcelo Rebelo de Sousa venceu as eleições presidenciais deste domingo, 24 de Janeiro, com 52% dos votos, num acto eleitoral em que o candidato apoiado pelo PSD e pelo CDS ficou à frente em todos os distritos do país.

Atrás de Marcelo ficou Sampaio da Nóvoa com 22,89% dos votos e, em terceiro lugar, Marisa Matias que obteve 10,13% dos votos. 

No discurso da vitória, o professor garantiu que será "o Presidente de todas as portuguesas e portugueses porque a Constituição o consagra e a minha consciência o dita", e, apelando à união, sustentou que "não há portugueses vencedores ou vencidos. Não há vencidos nestas eleições presidenciais".




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