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Recessão espanhola abrandou menos do que o previsto no segundo trimestre

O ritmo de queda da economia espanhola abrandou no segundo trimestre, tendo o Produto Interno Bruto (PIB) recuado 1,1% quando comparado com o trimestre anterior, em que caíra 1,6%. Mas em termos homólogos, ou seja comparando com o mesmo período do ano passado, nunca a queda da produção foi tão grande: 4,2%.

Eva Gaspar egaspar@negocios.pt 27 de Agosto de 2009 às 09:50
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O ritmo de queda da economia espanhola abrandou no segundo trimestre, tendo o Produto Interno Bruto (PIB) recuado 1,1% quando comparado com o trimestre anterior, em que caíra 1,6%. Mas em termos homólogos, ou seja comparando com o mesmo período do ano passado, nunca a queda da produção foi tão grande: 4,2%, que traduz o maior recuo desde pelo menos 1970, ano de arranque da actual série estatística.

Os dados, hoje divulgados pelo instituto nacional de estatística, revêem ligeiramente em baixo as primeiras estimativas avançadas na semana passada, que apontavam para uma contracção em cadeia de 1% e uma variação homóloga negativa de 4,1%.

Recorde-se que, no mesmo período, Portugal, Alemanha e França puserem termo à recessão, ao exibirem crescimentos marginalmente positivos, de 0,3% face ao trimestre anterior.

Em todos os casos, porém, as variações homólogas permaneceram francamente negativas – 4,2%, em Portugal – numa indicação de que a pior fase do ciclo recessivo terá sido ultrapassada, sem que, no entanto, se possa ainda falar de regresso ao crescimento.

Espanha, maior cliente e fornecedor da economia portuguesa, está há quatro trimestres consecutivos mergulhada numa recessão que, no espaço de um ano, atirou quase 1,4 milhões de pessoas para o desemprego.
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