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Rendimentos de 75% dos americanos diminuíram com pandemia

Um inquérito do Financial Times mostra ainda que existe uma diferença pequena entre as classes de maior e de menor rendimento no que toca à dimensão do impacto que estes indivíduos dizem sentir nas suas economias.

2.º Nova Iorque - Estados Unidos
Andrew Harrer
Negócios jng@negocios.pt 07 de Abril de 2020 às 14:28
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Quase três quartos da população americana afirmam que a pandemia de coronavírus reduziu o rendimento familiar, aponta um inquérito feito pelo Financial Times. Da mesma população, quase metade diz que ficaria sem rendimentos caso fosse impossibilitado de trabalhar por motivos de doença.

O inquérito revela que, dos 73% que viram o rendimento reduzido, 24% considera que a redução é "muito significativa". Foram 48% os que assumiram que perderiam o direito a qualquer rendimento caso adoecessem e por esse motivo ficassem impedidos de trabalhar.

O impacto da epidemia é tão generalizado que parece estar a afetar quase na mesma proporção as famílias que auferem mais de 100.000 dólares anuais (71% acusam a diminuição dos rendimentos) e as famílias que colhem menos de 50.000 dólares ao ano (74%). No que toca a perder totalmente o rendimento, as situações também são equivalentes: 47% do primeiro grupo assumem esse risco, contra 53% dos inquiridos pertencentes ao segundo grupo, de rendimentos mais baixos.

Este inquérito é divulgado depois de ter sido reportado que, até dia 28 de março, os cidadãos americanos submeteram 10 milhões de pedidos de subsídio de desemprego, superando o número de pedidos entregues durante os anos da crise financeira de 2009-2010.

O inquérito, feito pelo Financial Times e pela Peter G Peterson Foundation, foi feito entre os dias 24 e 29 de março.

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