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Rússia suspende fornecimento de gás natural à Ucrânia

A presidência checa da União Europeia (UE) pediu hoje à Rússia e à Ucrânia que resolvam entre si o diferendo sobre o gás, durante o encontro em Praga entre o primeiro-ministro checo e uma delegação ucraniana.

Negócios com Lusa 02 de Janeiro de 2009 às 12:52
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A presidência checa da União Europeia (UE) pediu hoje à Rússia e à Ucrânia que resolvam entre si o diferendo sobre o gás, durante o encontro em Praga entre o primeiro-ministro checo e uma delegação ucraniana.

“Esperamos que este diferendo bilateral seja resolvido sem o envolvimento de países terceiros", declarou à imprensa o porta-voz checo para as questões europeias, Jiri Frantisek Potuznik, após a reunião entre o primeiro-ministro Mirek Topolanek e os representantes ucranianos.

A Rússia suspendeu quinta-feira o fornecimento de gás à Ucrânia devido a divergências sobre o preço a vigorar em 2009.

Em 2006, quando se verificou uma crise semelhante e a Rússia cortou o fornecimento de gás à Ucrânia, a Europa Ocidental, que importa da Rússia um quarto do gás que consome, foi afectada porque a empresa ucraniana de gás desviou para consumo próprio algum do gás que transita pelo seu território.

Cerca de 80% do gás russo exportado para países europeus é canalizado pelos gasodutos que atravessam a Ucrânia. Os restantes 20% são encaminhados para a Europa ocidental através da Bielorrússia.

“É inadmissível, para a UE e para a República Checa, que um diferendo bilateral entre duas companhias privadas ameace o respeito pelos acordos internacionais num sector tão importante, do ponto de vista económico e estratégico", acrescentou.



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