Função Pública Salários totais do Estado crescem 1,6%
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Salários totais do Estado crescem 1,6%

Diplomatas, notários e bombeiros estão entre os grupos profissionais que registam os maiores aumentos médios quando são tidos em conta os suplementos.
Salários totais do Estado crescem 1,6%
Pedro Elias/Negócios
Catarina Almeida Pereira 15 de fevereiro de 2018 às 22:42

Os vencimentos totais dos trabalhadores do Estado aumentaram 1,6% até Outubro para 1694 euros, em média, em termos homólogos. A subida do subsídio de refeição, o aumento do salário mínimo e a

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mais votado Anónimo 16.02.2018

Depois das falências de municípios, algumas empresas industriais e instituições financeiras de renome nos Estados Unidos da América, a que se juntaram alguns resgates governamentais, motivadas pelo excedentarismo e a sobrecapacidade que eram o reflexo da excessiva rigidez atingida nos mercados de factores produtivos ligados a estes sectores, negócios e cidades nos Estados Unidos da América aprenderam a fazer mais com menos factor trabalho alocado. Este processo ainda não terminou. Continua a passo acelerado. Em Portugal e Grécia, pelo contrário, ainda nem começou. O excessivo peso do turismo e da administração pública nessas economias, a par dos baixos níveis de transparência, não ajudarão certamente. Mas algo terá que ser feito nesse sentido. O sentido do progresso que conduz à equidade, sustentabilidade e prosperidade. “Businesses and cities have learned to make do with fewer people.” https://blogs.wsj.com/economics/2013/10/23/u-s-cities-still-reeling-from-great-recession/

comentários mais recentes
Anónimo 18.02.2018

Há uma modesta redução no número de excedentários do sector bancário português, o que é tendencialmente positivo mas não deixa de ser limitado e pouco ambicioso nos tempos que correm em todo o mundo, e por outro lado verifica-se um aumento no número de excedentários do sector público português onde não se pode despedir e a gestão de recursos humanos é algo eternamente indecifrável, em total contra-ciclo com o que ocorre nas economias e sociedades mais avançadas nossas credoras, investidoras directas, grandes consumidoras de turismo e em muitos casos subsidiadoras. Em Portugal, as pessoas da esquerda no geral e os partidos de esquerda em particular perderam não só a vergonha como o bom senso.

Anónimo 16.02.2018

Os funcionários do sector público, tantos não raras vezes excedentários de carreira à prova de mercado, criaram para o agregado do seu grupo, feito de justos e de pecadores, um iníquo e insustentável sistema de subsídios financiado pelo orçamento de Estado e suportado em grande parte por extorsão fiscal continuada, a que poucos cidadãos para além daqueles têm ou terão acesso num sistema político-legal como o português.

Anónimo 16.02.2018

Ao contrário da situação nos países ricos e desenvolvidos, o excedentarismo em países atrasados, cheios de pobreza, miséria e subdesenvolvimento, como na África Subsariana, é desprezável, ou um mal necessário, na medida em que como não existe um sistema público de segurança social nem outras estruturas do Estado de Bem-Estar Social, o excedentarismo acaba por cumprir, ainda que de forma parcial e muito limitada, as mais fundamentais e estruturantes funções sociais dos Estados de Bem-Estar Social já bem estabelecidos no Primeiro Mundo. No Primeiro Mundo, onde existem condições para criar valor do mais elevado quilate, mesmo com escassez de recursos naturais, o excedentarismo, nas organizações públicas e privadas, é um cancro económico e social que extrai valor do Estado, incluindo o Estado Social, da economia e da sociedade, tendo por isso que ser combatido sem piedade, a par com os flagelos da corrupção política, do compadrio e demais formas de cleptocracia instituída anti-mercado.

Anónimo 16.02.2018

Depois das falências de municípios, algumas empresas industriais e instituições financeiras de renome nos Estados Unidos da América, a que se juntaram alguns resgates governamentais, motivadas pelo excedentarismo e a sobrecapacidade que eram o reflexo da excessiva rigidez atingida nos mercados de factores produtivos ligados a estes sectores, negócios e cidades nos Estados Unidos da América aprenderam a fazer mais com menos factor trabalho alocado. Este processo ainda não terminou. Continua a passo acelerado. Em Portugal e Grécia, pelo contrário, ainda nem começou. O excessivo peso do turismo e da administração pública nessas economias, a par dos baixos níveis de transparência, não ajudarão certamente. Mas algo terá que ser feito nesse sentido. O sentido do progresso que conduz à equidade, sustentabilidade e prosperidade. “Businesses and cities have learned to make do with fewer people.” https://blogs.wsj.com/economics/2013/10/23/u-s-cities-still-reeling-from-great-recession/

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