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Sampaio da Nóvoa reforça: "Não estou dependente de nenhum apoio político"

Sampaio da Nóvoa reforçou esta quinta-feira, 8 de Outubro, que mantém a sua candidatura às eleições presidenciais de Janeiro de 2016, sublinhando que não está dependente do apoio de forças políticas, mas sim dos portugueses.

Bruno Simão/Negócios
Liliana Borges LilianaBorges@negocios.pt 08 de Outubro de 2015 às 18:40
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O ex-reitor da Universidade de Lisboa e candidato às eleições presidenciais veio reafirmar a sua candidatura e sublinha que "quanto mais difíceis são os desafios" mais fortes são os seus compromissos. 

Agora que está "aberto o tempo das presidenciais", António Sampaio da Nóvoa reage à posição do Partido Socialista de não apoiar nenhum candidato numa primeira fase de eleições presidenciais e diz que tem recebido apoio de vários simpatizantes que o incentivam a prosseguir na sua candidatura. Comentando as declarações do actual Presidente da República, Cavaco Silva, Sampaio da Nóvoa sublinhou que "um presidente deve ser um árbitro e não um árbitro e jogador ao mesmo tempo", justificando a urgência e necessidade de uma "candidatura independente".  

Ainda à margem da declaração de Cavaco Silva ao país, Sampaio da Nóvoa afirmou que a interpretação dos resultados eleitorais "deve ser feita na sua plenitude, com independência, sem leituras parciais ou parcelares", destacando que "um Presidente deve estar acima dos partidos, e não lhes deve impor a sua vontade". 

"Não podemos continuar a fingir que nada se passa. Os portugueses estão cansados de atitudes parciais, de intrigas partidárias, de jogos de bastidores. Exigem que o interesse nacional esteja sempre acima dos interesses particulares", sublinhou o candidato. Sampaio da Nóvoa defendeu que Portugal precisa de "um Presidente capaz de acolher e de apoiar as alianças necessárias à estabilidade governativa. Um Presidente sem preconceitos e sem tabus".


"A minha fronteira não é esquerda ou direita. É entre aqueles que estão ao serviço da República e aqueles que dela se querem servir", esclareceu numa declaração à comunicação social, onde não houve espaço para perguntas.

"Apresentei a minha candidatura há mais de cinco meses e não esperei por apoio de nenhum partido. Não dependo de nenhum partido. Dependo dos portugueses e das portuguesas".

A três meses das presidenciais, o antigo reitor diz ter reunido e consolidado, durante o período eleitoral "as condições necessárias" à sua candidatura.


"O que sempre me animou foi, e é, a coragem das pessoas, anónimas, que sentem esta candidatura como um sinal de esperança e de futuro. Porque agora é que é mesmo preciso um Presidente presente, um Presidente capaz de acordar Portugal, um Presidente de causas", concluiu.  

(Notícia em actualizada às 19:46)

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