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Santana Lopes diz ter orgulho no OE 2005

O primeiro-ministro Pedro Santana Lopes afirmou hoje, na abertura do Congresso do PSD, ter «orgulho» na proposta de Orçamento do Estado para o ano de 2005, que na próxima semana será debatido na Assembleia da República.

Isabel Aveiro ia@negocios.pt 12 de Novembro de 2004 às 21:51
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O primeiro-ministro Pedro Santana Lopes afirmou hoje, na abertura do Congresso do PSD, ter «orgulho» na proposta de Orçamento do Estado para o ano de 2005, que na próxima semana será debatido na Assembleia da República.

Durante o discurso de abertura do XXVI Congresso Nacional do PSD, que hoje se iniciou em Barcelos, que tem «orgulho» na proposta de OE que o Executivo que lidera apresentou ao parlamento, defendendo que o mesmo cumpre o que o Governo «garantiu e prometeu aos portugueses».

Santana Lopes afirmou que o mesmo diploma foi «feito para estancar o desaire da derrapagem da despesa» pública.

Aliviada «a austeridade que pesava», considerou, «temos a margem» para realizar as medidas que Durão Barroso e a ministra das Finanças Ferreira Leite «tinham anunciado aos portugueses» para 2005 – afirmando que no próximo ano o défice irá continuar o caminho regressivo.

Sobre as críticas que a Oposição tem realizado sobre o facto da proposta de OE não viabilizar a consolidação orçamental, Santana Lopes perguntou à plateia: «e onde cortavam eles [Oposição]? Não aumentavam os funcionários públicos? Ou aumentavam os impostos?».

Para o reajuste da dívida pública este OE é «seguramente insuficiente», reconheceu, defendendo que o caminho do Governo é «de escolha própria» e que o Estado «não pode continuar com défices ocultos na Saúde» nem suportar «encargos com as SCUTS», «herdadas» pelos socialistas.

«Nunca haverá fusão entre PSD e PP»

Sobre a coligação entre o PSD e o PP, Santana Lopes afirmou aos congressistas que «tem corrido bem», sublinhando a «lealdade irrepreensível do líder do PP», mas salientando: «vamos tirando lições de vida da política nacional».

Defendeu contudo que «os dois partidos respirem por si» e que «nunca haverá fusão» entre os dois, PSD e PP.

Às eleições à Presidência da República, eleição que decorre em 2006, Santana Lopes nomeou Cavaco Silva como candidato preferencial, defendendo contudo que deve ser o antigo primeiro-ministro a ter a iniciativa de avançar à corrida.

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