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Secretário de Estado diz que não faz sentido falar em aumentos reais na Função Pública

O secretário de Estado do Orçamento diz que não faz sentido falar em novos aumentos reais para a Função Pública. Emanuel dos Santos considera legítimo que os funcionários públicos apresentem as suas reivindicações que devem ser discutidas com os partidos da oposição.

Negócios negocios@negocios.pt 13 de Janeiro de 2010 às 17:24
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O secretário de Estado do Orçamento diz que não faz sentido falar em novos aumentos reais para a Função Pública. Emanuel dos Santos considera legítimo que os funcionários públicos apresentem as suas reivindicações que devem ser discutidas com os partidos da oposição.

No Fórum da TSF, de acordo com o site da estação de rádio, o secretário de Estado Adjunto e do Orçamento considerou desajustado falar em novos aumentos salariais em termos reais na Função Pública, uma vez que os aumentos actuais já significam um “crescimento real dos salários acima de 3,5%”.

Emanuel dos Santos lembrou que ao aumento proposto de 2,9% deve acrescentar-se também uma inflação negativa de 0,7 ou 0,8%, resultou num aumento real que “não aconteceu nos últimos dez anos nem tampouco nos últimos 30 anos de democracia portuguesa”.

“Querer novos aumentos em termos reais da Função Pública penso que seria um a pretensão desajustada à situação económica”, acrescentou o governante.

O mesmo responsável considerou legítimo que os funcionários públicos apresentem o “seu caderno de reivindicações através dos seus representantes sindicais” que será “equacionado no âmbito da negociação com os sindicatos e no âmbito da discussão política com os partidos da oposição”.

“Queremos que os partidos também se pronunciem sobre essa matéria. Deixarem o PS sozinho nesta matéria é, na minha opinião, inaceitável do ponto de vista político. Tem de haver aqui um sentido de responsabilidade nacional”, concluiu.

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