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Segurança Social cobra taxa efectiva de 32,7%

A Segurança Social cobra, em média, 32,7% dos salários brutos dos trabalhadores por conta de outrem, abaixo da taxa social única, de 34,75% (11% pagos pelos empregados e 23,75% pelas empresas).

Negócios negocios@negocios.pt 05 de Janeiro de 2007 às 08:51
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A Segurança Social cobra, em média, 32,7% dos salários brutos dos trabalhadores por conta de outrem, abaixo da taxa social única, de 34,75% (11% pagos pelos empregados e 23,75% pelas empresas).

Segundo o "Diário de Notícias" esta diferença resulta das políticas de redução e isenção de taxas, aplicáveis a determinadas profissões (jogadores de futebol ou padres, por exemplo), a certas entidades patronais em função da natureza não lucrativa ou no âmbito de incentivos ao emprego.

O diferencial de dois pontos percentuais reflecte-se nos cofres do sistema previdencial. De acordo com os cálculos do DN, levando em atenção o valor global das remunerações declaradas, a Segurança Social recebe menos 577 milhões de euros todos os anos em virtude destas políticas.

As taxas reduzidas têm como contrapartida uma menor protecção social. O custo efectivo das taxas reduzidas e das isenções é de 246,8 milhões de euros, diz o jornal que cita números do Ministério do Trabalho.

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