Economia Seguro afirma que o dia foi "trágico" para os portugueses

Seguro afirma que o dia foi "trágico" para os portugueses

O secretário-geral do Partido Socialista, António José Seguro, considerou que o dia 12 de Setembro foi "trágico" e "triste" para milhares de famílias em Portugal, dando como exemplos os casos relacionados com os professores, pensões e função pública.
Seguro afirma que o dia foi "trágico" para os portugueses
Lusa 13 de setembro de 2013 às 00:42

"Hoje (quinta-feira) é um dia trágico para milhares de famílias em Portugal, mais de 30 mil professores ficaram no desemprego, mais de 300 mil pensionistas e reformados viram hoje o Governo fazer mais um corte de 10% nas suas reformas e pensões", declarou.

 

O líder socialista acrescentou que "alguns milhares de funcionários públicos ficaram com a esperança cortada porque poderão ser enviados para aquilo a que o Governo chama a requalificação, mas que não passa de uma antecâmara para o despedimento, ficando com menos 60 por cento do seu salário".

 

António José Seguro falava em Portalegre quinta-feira à noite, durante uma sessão de apoio e apresentação de listas da candidatura do PS, encabeçada por José Pinto Leite, à câmara daquela cidade alentejana.

 

Para o secretário-geral do PS, a última quinta-feira "foi triste" para os portugueses, porque as várias medidas anunciadas pelo Governo "conduzem à pobreza". "Hoje é um dia triste para os portugueses porque muitas famílias foram hoje confrontadas com decisões do Governo que conduzem a mais pobreza, isto não pode continuar assim, com cortes atrás de cortes", alertou.

 

António José Seguro fez questão de sublinhar que "há outro caminho" para equilibrar as contas públicas no país, "apostando", por exemplo, na criação de riqueza.

 

"Aqui não mora quem desdenhe dos portugueses, aqui não mora quem chame piegas aos portugueses, aqui não mora quem diz que os portugueses passam a vida a fazer lamúrias, aqui não mora quem cruza aos braços e diz aos jovens, à geração mais qualificada de portugueses: emigrem, porque aqui em Portugal não têm oportunidades", vincou. "Aqui não mora a resignação", concluiu.




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