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Seria “uma irresponsabilidade” não avançar com o aeroporto na Ota

José Sócrates está convencido que "neste momento, com os dados que temos, parar dois ou três anos é uma irresponsabilidade, para estudar uma decisão que nos poderia levar de novo à Ota".

Negócios negocios@negocios.pt 11 de Abril de 2007 às 22:41
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José Sócrates está convencido que "neste momento, com os dados que temos, parar dois ou três anos é uma irresponsabilidade, para estudar uma decisão que nos poderia levar de novo à Ota".

O primeiro ministro lembrou que "há 30 anos que se discute e se fazem estudos sobre a localização do novo aeroporto" e que "foi tomada uma decisão, mantida pelos governos que se sucederam e que se fundou nos melhores estudos, agora confirmada por este governo".

Sócrates assegura não ter na sua mão qualquer estudo que aponte para o facto de uma localização na margem sul ser mais barata e garante não haver "mais nenhum lugar estudado".

"Podemos parar e dedicar mais dois ou três anos ao estudo de outro local, mas isso tem um custo e seria um erro. No ano passado foram cancelados centenas voos e centenas de milhares de passageiros não utilizam o aeroporto da Portela porque não temos espaço. Ninguém contesta que em 2017 temos de ter um novo aeroporto", sublinhou.

Além disso, "o governo anterior já disse a Bruxelas que o novo aeroporto seria na Ota e reservou dinheiro para o fazer nessa localização", concluiu.

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