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Situação orçamental portuguesa discutida hoje, mas com câmaras desligadas

A reunião mensal dos ministros das Finanças da União Europeia (Ecofin), que começou esta manhã em Bruxelas, será a primeira a ser transmitida em directo, na sequência da aplicação da nova legislação sobre transparência aprovada em Junho pelo líderes europ

Negócios 11 de Julho de 2006 às 09:40
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A reunião mensal dos ministros das Finanças da União Europeia (Ecofin), que começou esta manhã em Bruxelas, será a primeira a ser transmitida em directo, na sequência da aplicação da nova legislação sobre transparência aprovada em Junho pelo líderes europeus.

As deliberações poderão ser acompanhadas através da Internet no «site» do Conselho de Ministros da UE (http://www.consilium.europa.eu/cms3_fo/index.ht) , assim como a parte inicial do encontro onde será discutido o programa de trabalho para os próximos seis meses da presidência finlandesa e o novo mandato para o Banco Europeu de Investimentos.

A transmissão está ainda numa fase experimental, sendo apenas possível, ter acesso à tradução simultânea em cinco línguas (francês, inglês, alemão, espanhol e italiano).

O ecrã voltará, no entanto, a ficar negro quando os ministros começarem a discutir os assuntos mais sensíveis, e que não estão sujeitos à co-decisão do Parlamento Europeu. É o caso da situação orçamental portuguesa e da entrada da Eslovénia na Zona Euro em Janeiro de 2007, dois dos temas que serão abordados esta tarde.

Em relação a Portugal, o Ecofin prepara-se para discutir do relatório elaborado pela Comissão Europeia, que apoia a estratégia de consolidação que está a ser seguida pelo Governo, mas alerta para a persistência de riscos de derrapagem orçamental, pedindo, por isso, ao ministro Teixeira dos Santos para que esteja preparado para, se necessário, avançar com medidas extraordinárias de contenção.

O relatório admite que o Governo consiga cumprir a meta de reduzir o défice orçamental para 4,6% do PIB este ano, quando as últimas previsões de Bruxelas apontavam para um défice superior, de 5%. Mas insiste que é preciso preparar um Orçamento de rigor para 2007 e passar a fazer o essencial da contenção do défice do lado das despesas.

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