Emprego Sondagem: indemnizações são a solução preferida para contratos a prazo
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Sondagem: indemnizações são a solução preferida para contratos a prazo

A lei laboral volta hoje ao Parlamento com uma série de propostas do PCP, BE e PAN. Nenhuma sobre indemnizações por não renovação de contrato, uma medida popular entre os portugueses.
Sondagem: indemnizações são a solução preferida para contratos a prazo
Bruno Simão/Negócios
Manuel Esteves 14 de março de 2018 às 07:00

Nem reduzir o tempo máximo dos contratos a prazo, nem agravar a Taxa Social Única (TSU). A medida que reúne mais apoio dos portugueses para reduzir o recurso à contratação a prazo é a imposiçã)

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comentários mais recentes
Anónimo 14.03.2018

Precariedade é tão somente uma palavra para flexibilização do mercado laboral. E isso é excelente para a economia e a sociedade desde que exista um bem oleado Estado de Bem-Estar Social, alto grau de transparência e baixos níveis de corrupção. Tem resultado na perfeição com os nórdicos: os mais felizes, ricos e desenvolvidos do mundo.

Anónimo 14.03.2018

De precário a excedentário é um ápice. A tecnologia não pára e as forças de mercado também não. Os "precários" desprecarizados (ou seja subsidiados para cima do seu preço de mercado) e os definitivos em progressão acelerada mas em clara situação de sobreempego, arruínam a sustentabilidade do Estado, a competitividade da economia e o nível de equidade na sociedade portuguesa.

Anónimo 14.03.2018

Os salários ou o custo do trabalho em Portugal são mais reduzidos do que noutras economias mais ricas e desenvolvidas do que a portuguesa, mas o que se passa é que aí as empresas gozam de economias de escala que as empresas portuguesas só atingiriam se se internacionalizassem. E o que é facto é que muito raramente isso acontece porque sindicatos e esquerda não deixam que se reúnam as condições para que tal aconteça. Por outro lado, e não menos importante, há que salientar que o sector empresarial dessas economias mais ricas e desenvolvidas tem uma muito maior alocação de capital com grande incorporação de tecnologia de ponta, económica e eficiente, que poupa enormemente em factor trabalho. Uma coisa é ter 200 assalariados a ganhar 1000 outra é ter 50 a ganhar 2000 para produzir o dobro do que se consegue produzir empregando os primeiros. Agora, sem fazer nada disto e sem obedecer a estas regras económicas, também se pode decretar salário de 2000 para os 200. Enquanto der.

General Ciresp 14.03.2018

Nao e dificil de advinhar.Os radicais querem se possivel for toda a gente debaixo do parasol publico.Eles sao como os burros q usam palas junto aos olhos para os obrigar olha so em frente.portugal compara-se a 1 feira da LADRA quem quer antiguidade vai a feira.Comunismo velho e podre parece ASBESTE.

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