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Strauss-Kahn terá um álibi para a hora do alegado crime

Strauss-Kahn terá deixado o hotel de Nova Iorque meia-hora antes de ter, alegadamente, tentado violar uma das funcionárias. O director-geral do FMI terá saído para ir almoçar com a filha.

Negócios negocios@negocios.pt 16 de Maio de 2011 às 13:09
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A notícia está a ser avançada pela rádio francesa RMC. Segundo este meio de comunicação, citado pela Bloomberg, a versão dos advogados de Strauss-Kahn é que ele deixou o hotel meia-hora antes da alegada tentativa de violação.
O homem forte do Fundo Monetário Internacional terá pago a conta do hotel e devolvido as chaves antes de deixar as instalações do hotel.

No entanto, a rádio francesa, sem revelar como obteve a informação, adianta que Strauss-Kahn deixou o hotel por voltas das 12h30 e depois almoçou com a filha, escreve a agência de informação norte-americana.

O líder do FMI vai comparecer esta segunda-feira no tribunal criminal de Nova Iorque, onde deverá ser formalmente acusado da tentativa de violação. O líder do FMI deverá ficar a saber já hoje se será, ou não, libertado sob medidas de coação.

Entretanto, o Fundo já fez saber que está a funcionar plenamente apesar da detenção do seu director. O número dois da instituição assumiu, provisoriamente, os comandos da organização.

Esta segunda-feira, os ministros das Finanças do Eurogrupo estão reunidos na capital da Bélgica e deverá discutir as alterações ao pacote de ajuda à Atenas. Debate que não deverá ser dificultado pela detenção do responsável máximo do FMI, segundo garantiu o porta-voz da chanceler alemã, Ângela Merkel.

Dominique Strauss-Kahn está na liderança do FMI desde 2007 e as sondagens indicavam que estava bem colocado para ser o próximo líder dos socialistas franceses e concorrer, assim, à presidência francesa nas próximas eleições.
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