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Taxa de desemprego sobe para 6,3%

A taxa de desemprego ascendeu a 6,3% no terceiro trimestre deste ano, mais 1,2 pontos percentuais face a igual período de 2002, em resultado do aumento do desemprego masculino, que avançou 1,4 pontos percentuais, anuciou hoje o INE.

Isabel Aveiro ia@negocios.pt 14 de Novembro de 2003 às 11:01
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A taxa de desemprego ascendeu a 6,3% no terceiro trimestre deste ano, mais 1,2 pontos percentuais face a igual período de 2002, em resultado do aumento do desemprego masculino, que avançou 1,4 pontos percentuais, divulgou o Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com o comunicado emitido hoje pelo INE, no final do terceiro trimestre deste ano a taxa de actividade em Portugal ascendia a 51,7%, o que representa uma quebra de 0,3 pontos percentuais face a igual período de 2002.

No terceiro trimestre deste ano o total de desempregados ascendeu a 338,3 mil pessoas, mais 22,5% que em igual período de 2002 e mais 0,7% que no trimestre anterior. Entre os desempregados do sexo masculino, as mesmas comparações resultam numa subida de 33,6% face ao mesmo trimestre de 2002 e de um aumento de 7,6% face aos três meses anterior.

O Alentejo e Lisboa e Vale do Tejo mantiveram, na data em causa, as taxas de desemprego mais elevados do país, de 8,9% e 7,7%, respectivamente.

Os dados do INE adiantam que foram «os indivíduos dos 35 aos 44 anos de idade» que apresentaram a «variação homóloga mais elevada» de desemprego, de mais 28,6%.

Entre o terceiro trimestre de 2002 e o mesmo período deste ano o número de empregados decresceu 1,1%.

A actividade de «indústria, construção, energia e água» foi a que verificou a maior descida de número de empregados. Face a igual período de 2002 recuou 7,3% e face aos três meses imediatamente anteriores caiu 2,8%.

O índice de volume de trabalho global mantém a tendência decrescente, recuando 2%, sendo a «indústria, construção, energia e água» o sector mais afectado, com uma quebra de 7,9%. Em sentido contrário, o sector «serviços» registou subidas, de 1,6% face ao período homólogo e de 3,1% face ao trimestre anterior.

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