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Taxas de juros no crédito à habitação voltam a subir em Fevereiro

As taxas de juro implícitas no crédito à habitação aumentaram em Fevereiro face ao mês anterior, uma tendência alargada a todos os contratos bem como aos destinos dos contratos e aos regimes.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 29 de Março de 2006 às 15:02
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As taxas de juro implícitas no crédito à habitação aumentaram em Fevereiro face ao mês anterior, uma tendência alargada a todos os contratos bem como aos destinos dos contratos e aos regimes.

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação fixou-se, no mês de Fevereiro, em 3,743%, registando uma subida mensal de 0,069 pontos percentuais (p.p.), o que representa a terceira subida mensal consecutiva, de acordo com os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Nos contratos de crédito a três meses o aumento foi de 0,121 p.p., fixando a taxa nos 3,471%. Nos contratos celebrados nos últimos seis meses a subida foi de 0,056 p.p. e nos últimos 12 meses foi de 0,066 p.p., o que elevou as taxas para 3,305% e 3,375%, respectivamente.

Os três destinos de financiamento (aquisição de terreno para construção de habitação, construção de habitação e aquisição de habitação) evoluíram no mesmo sentido.

No que respeita aos regimes, o INE diz ter-se verificado igualmente um aumento, com o regime bonificado a observar uma subida de 0,068 p.p. para 4,183%, e o regime geral a registar um acréscimo de 0,073 p.p. para os 3,555%.

O valor médio de capital em dívida foi de 48.288 euros por contrato em Fevereiro, o que corresponde a um aumento de 191 euros face a Janeiro. O valor médio do conjunto dos contratos de prestação vencida foi de 277 euros.

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