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UGT propõe aumentos salariais entre 3,5% e 4,5% em 2009

A UGT propôs esta tarde aumentos salariais entre os 3,5% e os 4,5% para 2009 e uma revisão extraordinária das pensões, para fazer face ao aumento da inflação e ao fraco crescimento da economia.

Raquel Martins raquelmartins@negocios.pt 09 de Setembro de 2008 às 17:43
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A UGT propôs esta tarde aumentos salariais entre os 3,5% e os 4,5% para 2009 e uma revisão extraordinária das pensões, para fazer face ao aumento da inflação e ao fraco crescimento da economia.

Durante a apresentação do caderno reivindicativo para o próximo ano, o secretário-geral da UGT, João Proença, admitiu que as condições económicas são difíceis, mas alertou que a política salarial “tem um elevado contributo para a produtividade” e exigiu um “crescimento real dos salários em linha com a melhoria dos ganhos de produtividade”.

A central sindical considerou ainda que “não é aceitável que as pensões continuem a ter uma actualização abaixo da inflação” e pediu uma revisão extraordinária das pensões tanto no sector privado como no público, sem que se utilize a fórmula automática de actualização. Esta medida visa ultrapassar o baixo crescimento do PIB e ao aumento da inflação (que no segundo trimestre atingiu os 2,9%, ultrapassando a previsão do Governo de 2,6%), dois dos factores que determinam a actualização anual das pensões.

A UGT instou ainda o Governo a definir, no Orçamento do Estado para o próximo ano, uma meta “realista” para a taxa de inflação, “que seja uma verdadeira base para a negociação salarial”.

Na semana passada também a CGTP apresentou as suas propostas para 2009, exigindo aumentos salariais pelo menos 2% acima da inflação verificada.

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