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União das Misericórdias desiste dos hospitais em PPP

A União das Misericórdias Portuguesas (UMP), através do Grupo das Misericórdias para a Saúde (GMS), desistiu de concorrer à gestão dos futuros hospitais a construir em regime de Parceria Público-Privada (PPP). Em declarações ao Jornal de Negócios, o presi

Negócios negocios@negocios.pt 22 de Abril de 2005 às 06:04
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A União das Misericórdias Portuguesas (UMP), através do Grupo das Misericórdias para a Saúde (GMS), desistiu de concorrer à gestão dos futuros hospitais a construir em regime de Parceria Público-Privada (PPP). Em declarações ao Jornal de Negócios, o presidente da UMP, Manuel Lemos argumentou que esta decisão se deveu ao facto de «não estarem garantidas as condições para podermos concorrer e ganhar». E «só fazia sentido concorrer para ganhar», acrescentou.

O presidente desta entidade - que congrega 109 misericórdias a trabalhar na área da saúde, das quais 21 gerem hospitais - explicou que há razões «de vária ordem» que levaram a UMP a tomar esta decisão. Além da polémica em torno dos dois concursos já em andamento - Loures e Cascais - Manuel Lemos justificou ainda com o facto de a União não ter conseguido «arranjar os parceiros ideais que salvaguardem a natureza jurídica das Misericórdias».

Leia a notícia na íntegra na edição de hoje do Jornal de Negócios.

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