Américas Venezuela acusa os EUA de prepararem golpe de estado contra Nicolás Maduro

Venezuela acusa os EUA de prepararem golpe de estado contra Nicolás Maduro

Um comunicado do Governo de Maduro afirma que "o Governo do Presidente Barack Hussein Obama, com o seu extremismo, procura a instabilidade da Venezuela e da região, para legitimar os seus planos imperiais (...)".
Venezuela acusa os EUA de prepararem golpe de estado contra Nicolás Maduro
Reuters
Lusa 29 de agosto de 2016 às 21:20
A Venezuela acusou esta segunda-feira, 29 de Agosto, os EUA de estarem a alimentar "factores violentos, extremistas e antidemocráticos" no país para preparar um golpe de estado contra o Presidente Nicolás Maduro.

O golpe, segundo um comunicado do vice-Ministério das Relações Exteriores, terá lugar no próximo dia 1 de Setembro, data em que a oposição venezuelana pretende "tomar" a cidade de Caracas, para exigir a realização de um referendo revogatório do mandado do Chefe de Estado.

"Ficou em evidência a marca e a autoria do golpe de Estado planificado para o vindouro 1 de Setembro de 2016 na Venezuela, que em cumplicidade com a oposição antidemocrática e a direita internacional, tenta reeditar o gravoso expediente de agressões e morte, que, já no ano 2002 (afastamento temporário do poder do falecido líder socialista Hugo Chávez) o povo venezuelano derrotou com valentia e dignidade", lê-se no documento.

A nota sublinha que "o Governo do Presidente Barack Hussein Obama, com o seu extremismo, procura a instabilidade da Venezuela e da região, para legitimar os seus planos imperiais contra a paz e o desenvolvimento dos povos".

"A Venezuela alerta a comunidade internacional e responsabiliza directamente o governo norte-americano destes planes conspiradores, que encontrarão no plano venezuelano uma muralha intransponível de moral e heroísmo, para derrotar as suas ações violentas nesta pátria de homens e mulheres anti-imperialistas", conclui.

A oposição venezuelana pretende manifestar-se no próximo dia 1 de Setembro em Caracas para reforçar a sua exigência de realização de um referendo revogatório do mandato presidencial de Nicolás Maduro.



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