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Volume de negócios na indústria abranda em Novembro

O volume de negócios na indústria desacelerou no mês de Novembro em 1,1 pontos percentuais face ao mês anterior, registando uma variação homóloga de 1,1%, com uma quebra nas vendas para o mercado interno e um crescimento de mais de 5% para o mercado exter

Paulo Moutinho 03 de Janeiro de 2006 às 14:34
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O volume de negócios na indústria desacelerou no mês de Novembro em 1,1 pontos percentuais face ao mês anterior, registando uma variação homóloga de 1,1%, com uma quebra nas vendas para o mercado interno e um crescimento de mais de 5% para o mercado externo, divulgou o Instituto Nacional de Estatística (INE).

O abrandamento do volume de negócios em 1,1% face ao mesmo período do ano 2004 foi determinada pelas taxas de «variação homólogas mais moderadas, mas positivas, de 4,3% dos ‘Bens de Investimento’ e de 7,2% da ‘Energia’», e pelo agrupamento de Bens Intermédios que registou uma variação homóloga de 3,4%, o que representa uma aceleração 1,7 pontos percentuais relativamente ao mês anterior.

«A variação média nos últimos 12 meses foi de 2,7%, o que representa menos 0,5 pontos percentuais do que o observado no período anterior», acrescenta o estudo do INE.

No mercado interno, a variação homóloga foi de -1%, reduzindo em 4,8 pontos percentuais face ao mês anterior, com o comportamento negativo dos ‘Bens de Consumo’ (uma variação homóloga de -5,5%) que apresentou uma contribuição de 2,1 pontos percentuais negativos para a variação do índice geral, sendo que todos os restantes agrupamentos desaceleraram.

«A variação mensal verificada em Novembro nas vendas para o mercado interno foi positiva, situando-se em 0,4% (-4,5% em Outubro), já a variação média nos últimos 12 meses foi de 1,7%, invertendo a tendência ascendente dos últimos dois meses», acrescenta.

Ao nível do mercado externo, em Novembro, a variação homóloga foi positiva de 5,1%, o que representa uma aceleração de 5,8 pontos percentuais face ao registado no mês anterior. Para esta aceleração contribuíram os agrupamentos de ‘Bens Intermédios’ e de ‘Bens de Consumo’, que reduziram o contributo negativo. «O agrupamento de Energia manteve o crescimento mais elevado, de 32,9%, mas desacelerou face ao observado no mês anterior».

«Face ao mês anterior, as vendas para o mercado externo registaram uma variação de 3,8%, depois de em Outubro terem apresentado uma taxa de -7,4%», afirma o estudo do INE.

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