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Zona Euro desacelera de 0,9% para 0,5% no terceiro trimestre

A actividade económica na Zona Euro sofreu uma acentuada desaceleração no terceiro trimestre, tendo a taxa de crescimento em cadeia passado de 0,9% para 0,5%, e a variação homóloga (por comparação com o mesmo período do ano passado) abrandado de 2,7% para

Negócios 14 de Novembro de 2006 às 10:40

A actividade económica na Zona Euro sofreu uma acentuada desaceleração no terceiro trimestre, tendo a taxa de crescimento em cadeia passado de 0,9% para 0,5%, e a variação homóloga (por comparação com o mesmo período do ano passado) abrandado de 2,7% para 2,6%.

De acordo com a primeira estimativa hoje publicada pelo Eurostat, o mau desempenho das maiores economias europeias, penalizadas pela quebra das exportações em resultado do abrandamento nos Estados Unidos, explica o arrefecimento do conjunto da área do euro.

É esse especialmente o caso da França e da Alemanha, que depois de terem crescido ao ritmo mais rápido do novo século durante o segundo trimestre, estagnaram (caso da França) ou sofreram uma acentuada travagem (de 1,1% para 0,6% na Alemanha) durante o terceiro trimestre. Também em Itália o ritmo de crescimento nos três meses terminados em Setembro foi cortado para metade, para apenas 0,3%.

Em contrapartida, Espanha e Grécia continuam a aceleração, mostram os dados do Eurostat que não dispõe ainda de números para Portugal. Graças ao crescente dinamismo da procura interna, que mais do que compensou o abrandamento das exportações, a economia espanhola cresceu 0,9% face ao trimestre anterior e 3,8% quando comparado com o mesmo período do ano passado. A Grécia, por seu turno, cresceu 2,1% em cadeia (no trimestre anterior tinha sofrido uma contracção de 0,4%) e 4,3% em termos homólogos.

Durante o mesmo período, a UE-25 cresceu 0,6% por comparação com o trimestre anterior e 2,8% em termos homólogos, enquanto os Estados Unidos progrediram 0,4% (em desaceleração face aos 0,6% registados no segundo trimestre) e 2,9% em termos homólogos (igualmente em travagem face aos 3,5% observados no trimestre anterior).

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