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Associação Académica de Lisboa acorda recuperação com pagamento de dívidas em 8 anos

O Processo Especial de Revitalização da Associação Académica de Lisboa foi aceite pelos credores. O Porto de Lisboa é a entidade a quem mais a associação deve. As dívidas são para pagar em oito anos.

Correio da Manhã
06 de Novembro de 2015 às 19:56

A Associação Académica de Lisboa (AAL) acordou com os seus credores, em que o mais relevante é Porto de Lisboa, o saneamento financeiro. A regularização das dívidas irá variar em prazos de cinco a oito anos.

"O prazo variará entre 5 a 8 anos mas caso se verifique que a AAL venha a evoluir para uma melhor situação económica do que a prevista no plano de revitalização poderá ser equacionada a antecipação total ou parcial dos pagamentos a realizar aos credores", responde ao Negócios Francisco Duarte, o presidente do organismo criado para juntar as associações de estudantes universitários.

Esta sexta-feira, 6 de Novembro, foi revelado, no portal Citius (onde são colocadas as decisões judiciais), que a 16 de Outubro "foi proferido despacho de homologação relativo ao acordo" do Processo Especial de Revitalização da Associação Académica de Lisboa, em acordo com os seus credores.

Em Junho, foi revelada a lista provisória de créditos sobre a associação – presidida por Francisco Duarte, que ocupou o cargo anteriormente preenchido por Diogo Duarte –, em que a Administração do Porto de Lisboa viu-lhe ser reconhecida 32,97% da dívida total da Associação, que se fixa em 384.894,77 euros. A Unicer Bebidas, dona da cerveja Super Bock, é a segunda maior credora.

"Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda de que a decisão vincula os credores, mesmo aqueles que não hajam participado nas negociações", indica o comunicado no Citius.

Francisco Duarte diz que "foram os próprios credores que escolheram a forma de verem satisfeitos os seus créditos aquando da votação do plano de revitalização".

Segundo disse o presidente da direcção da Associação Académica de Lisboa ao Negócios, há três pilares em que assentam as medidas previstas no PER: assegurar a continuação das condições que permitem continuar a defender os estudantes universitários da capital; "assegurar que o saneamento financeiro a empreender fosse feito em simultâneo com a implementação de melhores procedimentos internos administrativos e financeiros que garantam um controlo rigoroso e permanente das despesas e uma correcta relação entre o total das despesas e o total das receitas"; e ainda "tratar os credores de forma igual".

"O objectivo central do PER foi a reestruturação do passivo financeiro da AAL e a adopção de medidas de optimização e melhor aproveitamento dos recursos existentes. Com este PER, a AAL pretendeu tomar a iniciativa de ir directamente aos credores para negociar com estes, sem qualquer diferenciação, a melhor forma de satisfazer os créditos pendentes", justifica ainda o responsável pela associação em respostas ao Negócios. 

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