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Como ser o melhor do mundo?

Foi há 13 anos que o Financial Times (FT) iniciou a publicação do ranking do melhores programas de MBA da América e da Europa.

Negócios negocios@negocios.pt 05 de Abril de 2011 às 09:00
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O diário britânico considera apenas os programas em regime de full-time, que existam há pelo menos quatro anos e com alunos diplomados há pelo menos três anos. Além disso, todos os MB do ranking FT têm de ser acreditados por um organismo internacional, como a AACSB, a Equis, ou a Amba, e ter pelo menos trinta alunos.

Os rankings são baseados em dados coligidos junto de duas fontes principais: os alunos diplomados e as escolas. Em, 2011, o FT considerou um total de 158 escolas de negócios, que cumpriram os critérios de participação e responderam ao inquérito enviado pelo jornal. Dos mais de 21 mil alunos inquiridos, das classes diplomadas em 2007 , obteve mais de 9200 respostas. O FT faz sempre o inquérito aos diplomados há três anos, para poder avaliar o impacto que o MBA teve na progressão das suas carreiras e no aumento dos seus salários.

Das 158 escolas consideradas, 15 foram excluídas dos rankings, por falta de dados suficientes sobre os seus diplomados. O FT exige dados de pelo menos 20% dos alunos que frequentam o programa, com um mínimo absoluto de 20 resposta. As restantes escolas foram então classificadas na tabela final do Top 1000.

Três áreas principais são analisadas para criar o Top 100 do FT: salários dos alunos e desenvolvimento das suas carreiras, a diversidade e o alcance internacional das escolas e dos seus programas de MBA, e as capacidades de investigação de cada escola.

Dentro destas áreas, há 20 critérios usados para obter os rankings. Oito deles têm como base os dados dos inquéritos aos alunos: dos salários actuais aos aumentos e progressões nas carreiras, a que se somam os rankings de mobilidade internacional e de recomendação dos antigos alunos.

A classificação dos programas rios resulta da ponderação dos resultados dos últimos três anos, com os dados do inquérito de 2011 a pesarem 50% e os de 2009 e 2010 a valerem 25% cada. Nos dados sobre os salários que existem apenas para dois anos a ponderação é de 60/40% ou de 70/30%, consoante a informação seja de 2009 e 2010 ou de 2010 e 2008. Onze dos restantes critérios usados para compilar o ranking são obtidos junto de cada uma das escolas: percentagem de alunos internacionais, peso da frequência de mulheres , ou do ranking das escolas por número de professores com doutoramento ou pela sua experiência internacional, por exemplo. O último critério - ranking da escola em termos de investigação - , resulta da compilação do número de papers publicados nos últimos três anos pelo corpo docente de cada escola, num conjunto de 40 publicações académicas. seleccionadas pelo FT.

A classificação é depois ponderada de acordo com uma série de critérios e com a dimensão relativa de cada uma das escolas.
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