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Governo deverá mandar 10 mil professores para a mobilidade especial

Troika obrigou o Executivo a cortar nas remunerações dos docentes. Se forem para a mobilidade, estes 10 mil professores vão receber 50% do salário, poupando ao Estado 140 milhões de euros, noticia o "Correio da Manhã".

Correio da Manhã
Negócios negocios@negocios.pt 14 de Março de 2013 às 08:58
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A notícia é avançada na edição de hoje do “Correio da Manhã”. De acordo com o jornal, a troika não facilita no corte da despesa pública, e isso deverá forçar o Governo a colocar cerca de dez mil professores, incluindo docentes com horário zero, na mobilidade especial. Na mobilidade, o salário dos professores cairá para metade do que agora auferem.

 

Questionado pelo "CM", o Ministério da Educação não se pronunciou sobre esta medida. O relatório do FMI, noticiado em primeira mão pelo Negócios, já sugeria a colocação de professores excedentários na mobilidade especial. De acordo com os cálculos do Fundo, a colocação de 30 mil a 50 mil professores na mobilidade especial permitiria poupar entre 430 e 710 milhões de euros ao erário público.

 

No início do corrente ano lectivo houve cerca 13 mil professores sem horário nas escolas. Com a colocação desses docentes em actividades de apoio, e também a dar formação no IEFP, esse número caiu para 700 em Janeiro.

 

Quando o relatório do FMI foi conhecido, o ministro da Educação, Nuno Crato, rejeitou a sugestão de enviar 50 mil professores para a mobilidade especial. Com a intransigência da troika, Crato poderá ser obrigado a aceitar, parcialmente, a ideia.

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