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Ministério da Educação abre 618 vagas para os quadros das escolas

Concurso nacional de professores arranca terça-feira. Ministério da Educação disponibiliza 618 vagas.

Marlene Carriço marlenecarrico@negocios.pt 19 de Abril de 2013 às 17:47
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A partir da próxima terça-feira, os educadores de infância e professores dos ensinos básico e secundário, dos quadros ou contratados, que queiram candidatar-se a um lugar de quadro numa escola podem fazê-lo. Ao seu dispor terão 618 vagas.

 

A portaria que fixa o número de vagas foi publicada esta tarde em Diário da República, dando cumprimento à lei que define que estes concursos de pessoal docente externo e interno obedece a uma periodicidade quadrienal.


De lembrar que este ano o Ministério da Educação abriu um concurso extraordinário que permitiu a vinculação de 603 professores contratados aos quadros de zona pedagógica (QZP).

 

Estes poderão agora concorrer a uma escola, porém estarão em quarta prioridade, para que não ultrapassem colegas mais antigos na carreira. À frente destes estarão os professores já dos quadros de escola que queiram mudar de escola, professores que pretendem passar de quadro de QZP para quadro de escola e ainda os que queiram mudar de grupo de recrutamento.

 

Só em quinto lugar surgem os professores contratados, o que leva a crer que poucos ou nenhuns conseguirão entrar para os quadros. Estes docentes poderão sempre tentar colocação no concurso anual de necessidades transitórias que abrirá em Agosto.

 

Professores dos quadros de zona podem ter de se deslocar 200 quilómetros


Foi igualmente publicada a portaria que procede a um redimensionamento dos Quadros de Zona Pedagógica (QZP), que passam de 23 para 10, fazendo com que os docentes possam ter que se deslocar até 200 quilómetros.

 

"A definição de novos QZP visou uma maior flexibilidade na distribuição dos docentes, garantindo um melhor equilíbrio entre essa distribuição e a satisfação das necessidades das escolas. Por outro lado, procura-se garantir que todos os professores dos quadros têm turmas atribuídas", diz o Ministério da Educação em comunicado enviado às redacções. O objectivo do Ministério de Nuno Crato é reduzir a zero o número de docentes dos quadros sem componente lectiva, já no próximo ano lectivo.

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