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Pinto da Costa recebeu 2 mil euros por dia em salários e prémios

A presidência do Conselho de Administração da SAD do FC Porto rendeu a Jorge Nuno Pinto da Costa 700.000 euros brutos na última época futebolística, segundo o relatório enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Negócios com Lusa 14 de Outubro de 2009 às 17:16
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A presidência do Conselho de Administração da SAD do FC Porto rendeu a Jorge Nuno Pinto da Costa 700.000 euros brutos na última época futebolística, segundo o relatório enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Um valor que representa perto de 2 mil euros por dia. Ao todo, os quatro elementos remunerados da administração da SAD portista auferiram quase dois milhões de euros (1,9) entre 01 de Julho de 2008 e 30 de Junho de 2009, por esta ordem: Pinto da Costa (700 000), Adelino Caldeira, Fernando Gomes (cada um 420 000) e Reinaldo Teles (375 00). A SAD gastou mais de 5 mil euros por dia no pagamento de salários e prémios aos administradores.

Como exerce as funções de administrador não executivo, Jaime Lopes não aufere qualquer vencimento.

As contas do exercício da última época clarificam que destes 1,9 milhões de euros, 1,075 correspondem à remuneração fixa, enquanto 840 000 referem-se à parte variável (prémios).

Os salários dos administradores excecutivos da FC Porto SAD são definidos por uma Comissão de Vencimentos, que estipulou que o título nacional é premiado com mais 75% do valor bruto dos ganhos dos administradores, enquanto o segundo ou terceiro lugares merecem mais 50 por cento, embora na última assembleia-geral da SAD a Administração tenha rejeitado os prémios caso a equipa de futebol termine em segundo ou terceiro lugares.

A conquista da Taça UEFA, agora Liga Europa, merece ser premiada com o dobro do vencimento bruto, enquanto a Liga dos Campeões vale mais 120%.

É também explicado no mesmo documento que o presidente do Conselho de Administração da SAD tem ainda direito a dois por cento dos lucros apresentados no final da última temporada (5,1 milhões de euros), enquanto os restantes administradores executivos recebem um por cento.

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