Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Portas pede união de esforços pela Educação

O vice-primeiro-ministro português defendeu esta segunda-feira, em Londres, que todas as partes interessadas no sector da Educação, públicas e privadas, devem unir esforços para ampliar o alcance das tecnologias, partilhar benefícios e aumentar a qualidade do ensino.

Bruno Simão/Negócios
Lusa 20 de Janeiro de 2014 às 21:52
  • Assine já 1€/1 mês
  • 6
  • ...

Num discurso no Fórum Global da Educação, em que participou também o ministro da Educação, Nuno Crato, Paulo Portas disse que Portugal tem trabalhado para "modernizar e equipar, tanto as escolas como os estudantes, com tecnologia, avaliando o seu progresso académico com exames em áreas chave, implementando ajustamentos nos programas e promovendo projectos-piloto, tanto na arena digital como na forma como as aulas e as escolas são geridas".

 

"Precisamos de ver e precisamos de ouvir", disse o vice-primeiro-ministro, referindo-se em particular à "divisão digital, que é o novo conflito de gerações", assim como às diferentes expectativas dos alunos, professores e famílias no que diz respeito à Educação.

 

A mudança, sublinhou o governante, não é apenas tecnológica: "todo o ambiente do ensino está a evoluir". No entanto, para se adaptar a essa realidade em mudança, a sociedade tem de se unir, afirmou Portas, lembrando que em Portugal diferentes empresas se juntaram à procura de soluções.

 

"Não faz sentido equipar escolas com Quadros Brancos Interactivos se não tivermos conteúdos para exibir neles. Ou fazer óptimos instrumentos educacionais digitais se não houver computadores em que os estudantes possam aprender", disse Portas, sublinhando que "cada empresa, cada produto, faz sentido no ambiente digital total".

 

Num mundo "em constante mudança", as políticas públicas têm de acompanhar e antecipar as mudanças", reiterou o vice-primeiro-ministro, apelando a todos os parceiros para que se unam.

 

"Estudantes e professores, famílias e líderes comunitários, ministérios e ONG, governos nacionais e instituições internacionais, 'think tanks' e empresas locais, públicos e privados, nenhum parceiro pode ficar para trás", instou. "Só assim podemos ampliar o alcance das tecnologias, partilhar os seus benefícios comprovados e melhorar a qualidade total da educação", concluiu o governante.

 

No Fórum, que decorre em Londres até quarta-feira, participam ministros da Educação de mais de 80 países. Estão ainda presentes várias empresas portuguesas ligadas às tecnologias  e à sua aplicação na escola.

Ver comentários
Saber mais Fórum Global da Educação Nuno Crato Paulo Portas Portugal Londres Educação política
Mais lidas
Outras Notícias