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Porto Editora lança dicionários online Português - Chinês

Oito anos após a publicação em papel, a empresa liderada por Vasco Teixeira disponibiliza este novo serviço na Internet, aumentando para sete os idiomas relacionados com a língua portuguesa na plataforma Infopédia.

Bruno Simão/Negócios
António Larguesa alarguesa@negocios.pt 15 de Fevereiro de 2018 às 15:49
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A Porto Editora acaba de lançar os primeiros dicionários Portugal - Chinês e Chinês - Português na Internet, que ficam alojados no serviço Infopédia e que arrancam com mais de 25.500 entradas / exemplos e ainda cerca de 36.500 traduções.

 

Quase oito anos depois de ter publicado um dicionário bilingue, em papel, da autoria de Ana Cristina Alves, a editora portuense contou novamente com o apoio desta doutorada em Filosofia da História e da Cultura Chinesa na Universidade de Lisboa para este "apuro linguístico" exercitado desde Maio de 2010.

 

Com a apresentação destes dicionários, agendada para esta sexta-feira, 16 de Fevereiro – o dia em que se assinala o Ano Novo Chinês –, a empresa liderada por Vasco Teixeira reclama, num comunicado à imprensa, que a Infopédia reforça o "estatuto de maior base lexicográfica em língua portuguesa".

 

Considerada a maior base de conteúdos educativos e culturais em língua portuguesa, esta plataforma passa agora a disponibilizar um total de 24 dicionários, ao relacionar o português com outros sete idiomas: inglês, francês, espanhol, alemão, italiano, neerlandês e chinês.

 

No ano passado, que culminou com a escolha de "incêndios" como a Palavra do Ano 2017, a Porto Editora viu-se envolvida numa polémica de Verão depois da denúncia, feita nas redes sociais, de que os blocos de actividade para meninos (em azul) e para meninas (em cor-de-rosa) dos quatro aos seis anos eram diferentes e que o destinado às raparigas teria mesmo exercícios mais simples.

 

Num primeiro momento, a líder de mercado livreiro português cedeu à recomendação do Governo e suspendeu a venda dos livros. Um mês depois, concluindo que "não [eram] discriminatórios" e que se tratava apenas de uma "opção editorial e de mercado" e resultado da "liberdade artística e criativa" das autoras, essas obras educativas acabaram por voltar às prateleiras.

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