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CGTP pondera avançar com participação criminal contra líder da UGT

Central sindical vai tomar hoje a decisão e surge em reacção às declarações de João Proença.

Vídeo RTP | Negócios negocios@negocios.pt 19 de Janeiro de 2012 às 11:40
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A CGTP está a ponderar avançar com um processo-crime contra João Proença, líder da UGT, noticia o “Público”, que cita um alto quadro da central sindical liderada por Carvalho da Silva.

A decisão vai ser tomada hoje e surge em reacção às declarações de João Proença. Em declarações à Antena 1, o secretário-geral da UGT disse que foi incentivado por altos dirigentes da CGTP a negociar o acordo de Concertação Social. “Eu acho que, para a CGTP, foi muito importante que a UGT tivesse feito o acordo, e quero dizer que até houve contactos particulares de dirigentes não socialistas da CGTP no sentido de incentivar a UGT a negociar”, afirmou Proença à rádio, de acordo com o “Público”.

As duas centrais sindicais, que organizaram uma greve conjunta no ano passado, estão agora de costas voltadas, depois da CGTP ter abandonado a concertação social e a UGT assinado o acordo tripartido.

A CGTP já reagiu em comunicado às declarações do líder da UGT. Nesta declaração, citada pelo mesmo jornal, a central liderada por Carvalho da Silva “repudia as declarações injuriosas e difamatórias” de João Proença. “Tais declarações, para além de falsas, demonstram que perante o repúdio generalizado da opinião pública, o secretário-geral da UGT não olha a meios para tentar justificar um vergonhoso acordo de agressão aos trabalhadores.”

“Perante a gravidade de tais declarações a CGTP-IN decidiu já adoptar as medidas conducentes à apresentação de uma participação criminal contra o autor de tais declarações”, informa o comunicado.
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