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EUA criam 200 mil empregos e salários crescem ao ritmo mais elevado desde 2009

A maior economia do mundo caminha para o pleno emprego, abrindo caminho para a Reserva Federal continuar a subir os juros.

O presidente dos EUA rasgou o Acordo de Paris e mantém uma atitude de confronto com a Coreia do Norte e o Irão. Um ex-conselheiro, Michael Flynn, é acusado de ter mentido ao FBI sobre a eventual interferência da Rússia nas eleições. A reforma fiscal é a sua grande vitória.
Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 02 de Fevereiro de 2018 às 13:45
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A economia norte-americana criou 200 mil empregos em Janeiro, um número que superou as estimativas dos economistas, que apontavam para 180 mil novos postos de trabalho.

 

A taxa de desemprego permaneceu em 4,1%, o que representa o nível mais baixo desde 2000. E os salários cresceram 2,9% em termos homólogos, o que representa o ritmo mais forte desde Junho de 2009.

 

A Bloomberg diz que estes números revelados pelo Departamento do Trabalho indicam que a economia norte-americana está próxima do pleno emprego, que é uma das metas da Reserva Federal, que assim fica com caminho aberto para continuar a subir os juros. Na reunião desta semana o banco central adiantou que também a inflação deverá continuar a subir, sinalizando que o próximo aumento da taxa de referência deverá ocorrer já em Março.

 

O aumento acentuado dos salários também reforça a tese de aumento dos juros na maior economia do mundo, já que a remuneração dos trabalhadores tinha, até aqui, mostrado fracos sinais de aceleração apesar do bom ritmo de crescimento da economia.

 

No ano passado, que coincide com o primeiro do mandato de Donald Trump, a economia norte-americana criou 2,17 milhões de empregos (o menor valor desde 2010). Em 2016, quando Obama era o presidente, foram criados 2,34 milhões de postos de trabalho.

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