Emprego Portugal entre os países europeus que criaram mais emprego no início do ano

Portugal entre os países europeus que criaram mais emprego no início do ano

O emprego avançou 0,7% em cadeia e 1,4% em termos homólogos, o que fica acima da média do Euro e da União Europeia. Portugal foi o sexto país da UE onde o emprego mais cresceu.
Portugal entre os países europeus que criaram mais emprego no início do ano
Bloomberg

Portugal voltou a criar emprego e a um ritmo superior ao da média europeia. No primeiro trimestre deste ano, o emprego avançou 1,4% em termos homólogos e 0,7% em cadeia, valores que ficam acima do que foi registado tanto na União Europeia como na Zona Euro, revelam os dados publicados esta terça-feira, 16 de Junho, pelo Eurostat.

 

Na comparação com o trimestre anterior, o crescimento de 0,7% é o quinto mais elevado em vinte cinco países analisados, apesar de existirem vários países com uma taxa idêntica. Fica bastante acima da média da Zona Euro (0,1%) e da União Europeia (0,3%). A Hungria e a Letónia lideram a lista enquanto a Grécia continua a destruir emprego. Na Alemanha, o emprego estagnou.

 

Já em termos homólogos o crescimento de 1,4% é o 12º mais elevado, numa lista de 27 países analisados, ficando ainda assim acima da média da Zona Euro (0,8%) e da União Europeia (1,1%).

 

INE revelou dados mais baixos

 

Os dados agora destacados pelo Eurostat apontam para um ritmo mais acelerado do que o que foi divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística. Em Maio, o INE divulgou as estatísticas em relação ao primeiro trimestre, apontando para uma quebra de 0,3% em cadeia e para uma subida de 1,1% em termos homólogos.

 

A principal explicação para a diferença está no facto de o Eurostat estar a usar uma fonte diferente, baseando-se nas contas nacionais. Os dados são, além disso, ajustados de sazonalidade, o que significa que descontam o efeito negativo típico do Inverno.

 

Em Maio, na sequência da divulgação dos dados pelo INE, Passos Coelho afirmou que foram criados 130 mil postos de trabalho, comparando o número com a promessa de Sócrates, que em campanha prometeu 150 mil. Antes dos trimestres referidos por Passos Coelho, porém, a economia destruiu muito mais.

 

Actualizado às 11h23 com mais explicações para a diferença de dados

 

 




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