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Portas: Descida "lenta mas consistente" do desemprego é "motivo de esperança"

O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, considerou esta sexta-feira "motivo de esperança" a descida, "lenta mas consistente", do desemprego.

Bruno Simão/Negócios
Lusa 31 de Janeiro de 2014 às 19:44
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A taxa de desemprego em Portugal baixou em Dezembro, pelo décimo mês consecutivo, para os 15,4%, a maior redução homóloga da União Europeia, a par da Irlanda e da Letónia, segundos dados do Eurostat divulgados esta sexta-feira, 31 de Janeiro.

 

"O facto de o desemprego, lenta mas consistentemente, estar a reduzir (...) é um motivo de esperança", afirmou aos jornalistas Paulo Portas, em Lisboa, depois de ter participado na sessão de encerramento de uma conferência sobre ensino privado, organizada pela Confederação Nacional da Educação e Formação.

 

De acordo com o gabinete oficial de estatísticas comunitário, as maiores reduções no desemprego foram observadas na Irlanda (de 14% para 12,1%), na Letónia (de 14% para 12,1%), em Portugal (de 17,3% para 15,4%), na Hungria (de 11% para 9,3% entre Novembro de 2012 e Novembro de 2013) e na Lituânia (de 13% para 11,4%).

 

Em Portugal, face a Novembro, a taxa de desemprego desceu, em Dezembro, 0,1 pontos percentuais, de 15,5% para 15,4%.

 

Aos jornalistas, Paulo Portas assinalou também, quando confrontado com um possível programa cautelar pós-troika, que ainda "não chegou o momento para o Governo português dizer qual é que é a melhor saída do programa" de assistência financeira internacional.

 

"A Irlanda terminava o programa [de ajuda externa] em Dezembro e só disse como saía do programa em Novembro. Portugal só termina o programa em maio", lembrou o vice-primeiro-ministro. 

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