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Assis não produziu nenhum relatório na legislatura anterior

Francisco Assis, Paulo Rangel, João Ferreira e Marisa Matias são os cabeças-de-lista que o PS, PSD, PCP e BE, respectivamente, escolheram para a corrida às próximas europeias. Assis é o que pontua pior quando se tenta quantificar o trabalho desenvolvido.

PS convoca reunião para acalmar deputados
Negócios negocios@negocios.pt 11 de Março de 2014 às 09:54
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Nenhum dos cabeças-de-lista dos quatro partidos às europeias se vai estrear como eurodeputado. Numa análise ao trabalho desempenhado por cada um, as estatísticas oficiais não são muito favoráveis a Francisco Assis que, na legislatura 2004/2009, não produziu um único relatório enquanto eurodeputado. Paulo Rangel já fez cinco, Marisa Matias quatro e João Ferreira sete.

 

O balanço é feito esta terça-feira pelo “Diário Económico” que começa por destacar a dificuldade que há em quantificar o trabalho de um eurodeputado. No caso dos relatórios, por exemplo, a sua atribuição nem sempre depende do deputado e é preciso distinguir relatórios de peso de outros relatórios de assuntos menores.

 

Aos partidos mais pequenos normalmente são atribuídos relatórios menos importantes, ainda que Marisa Matias, do BE, tenha produzido o mais importante relatório dos quatro candidatos – 166 páginas que deram origem a uma directiva para impedir a introdução de medicamentos falsos na cadeia de abastecimento.

 

Olhando para o indicador da assiduidade, também Assis sai mal na pintura. Quando foi eurodeputado, entre 2004 e 2009, esteve presente em 65% das sessões plenárias, escreve o mesmo jornal. Para os restantes três cabeças-de-lista, que estão a terminar o mandato, as estatísticas ainda não estão fechadas mas pelos votos electrónicos, dá para perceber que estiveram presentes em 89% (João Ferreira), 86% (Marisa Matias) e 76% (Paulo Rangel) das votações.

 

As próximas eleições europeias estão marcadas para 25 de Maio.

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