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Desemprego na Alemanha cai novamente mais do que o esperado

Número de desempregados deslizou em Dezembro acima do previsto pelos economistas. O dado económico e o nível máximo de emprego desde a reunificação na Alemanha apontam para um momento positivo do mercado laboral germânico.

Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 03 de Janeiro de 2012 às 09:54
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O mercado laboral na Alemanha volta a surpreender. Depois de ontem ter sido divulgado que o país atingiu o mais alto nível de emprego desde a reunificação, hoje é avançado que o desemprego no país deslizou acima do previsto em Dezembro. O emprego é a esperança para que a maior economia da Zona Euro não entre em recessão.

Foram menos 22 mil pessoas sem emprego na Alemanha no mês de Dezembro face ao mês anterior, o que totalizou cerca de 2,89 milhões de alemães, divulgou hoje a agência federal do trabalho.

A queda prevista pelos economistas consultados pela Bloomberg apontava para menos 10 mil desempregados. Em Novembro, os dados do desemprego tinham já surpreendido, pela positiva, os economistas.

A taxa de desemprego ajustada desceu de 6,9%, em Novembro, para 6,8%, no mês passado, indicou a mesma agência federal.

Mas este não é o único dado positivo em relação ao mercado de trabalho na Alemanha. O índice que mede as intenções de contratação nas empresas germânicas subiu 1 ponto em Dezembro, depois de ter subido para um máximo no mês anterior, indica a Bloomberg.

Já ontem, a Alemanha atingiu o nível máximo de emprego desde a reunificação, há mais de duas décadas, segundo o instituto de estatísticas federal. São mais de 41 milhões as pessoas empregadas no país.

As empresas de construção deram um contributo positivo para o desempenho do mercado laboral germânico, já que, como refere a Bloomberg, um dos Invernos mais quentes de sempre permitiu que um grande leque de trabalhadores não fosse dispensado.

O emprego é o motor que o país liderado por Angela Merkel espera que seja capaz de impedir que a maior economia da Zona Euro entre em recessão. Com a queda das exportações, devido à crise da dívida, a esperança é que a reduzida taxa de desemprego impeça a contracção económica.

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